sexta-feira, 5 de julho de 2019

Sérgio Moro, o juiz ladrão, humilha o sistema de justiça


Sérgio Moro, o juiz ladrão, humilha o sistema de justiça


A fuga dos marrecos (Aha, uhu)



Deltan Dallagnol: “Aha, uhu, o Fachin é nosso.”




João Carlos Araújo Figueira, 
no Painel do leitor, Folha de S. Paulo, 04/07/2019, p. 3.

Alguém é reconhecido como correto por ser honesto, decente, conforme a moral; digno; íntegro.
A credibilidade é a qualidade ou característica de quem ou do que merece crédito, de quem ou do que é confiável, crível.
Respeito é o sentimento de reverência ou consideração que se tem por algo ou alguém.
O investimento colossal da mídia corporativa na construção do marketing pessoal de Sérgio Moro — produzindo a imagem de figura pública com o perfil de “super-herói”, “incansável e inclemente combatente da corrupção” — conseguiu iludir milhões de pessoas, criar um impeachment sem crime de responsabilidade, efetuar um golpe de Estado e desvirtuar a percepção da realidade do público com fake news “jurídicas” (fraude processual, lawfare, falta de imparcialidade etc.), em associação a setores acumpliciados do sistema de justiça, militares, financeiros, midiáticos.
Desse modo, a conspiração induziu boa parte da população a execrar determinadas figuras políticas e exaltar um tipo como Bolsonaro, destituído de credenciais e guindado à Presidência em função dos serviços prestados pelo “juiz ladrão que recebeu como retribuição o cargo de ministro da Justiça e a promessa da indicação de uma cadeira no STF - Supremo Tribunal Federal.

“A bem-sucedida Lava jato tem exposto e punido o submundo da corrupção.”
A palavra bem-sucedida refere-se a quem teve ou tem sucesso. De fato, a referida operação foi exitosa: destruiu a indústria nacional e transferiu o patrimônio nacional (Pré sal, Embraer etc.) às multinacionais, gerou milhões de desempregados e deixou o Brasil em situação vexaminosa internacionalmente. Por ironia, a coreografia de apoio “patriótico” ao entreguismo desenfreado contou com figurinos de camisas verde-amarelas da cbf, patos e desfiles patéticos e mambembes. Patriotas do estrangeiro, ávidos pelas comissões resultantes da encenação embromadora, ludibriaram alienados e toda sorte de analfabetos políticos. Autoras do enredo, as chefias forâneas distribuíram os trinta dinheiros para se apropriar de trilhões sem dar um único tiro.
Sobre "expor e punir o submundo da corrupção", atenção ao laranjal, às milícias, ao assassinato de Marielle, bem como a uma infinidade de outros exemplos sem resposta, com certeza, sintetizados na singela e paradigmática questão: Cadê o Queiroz?

“A luta é desigual, pois os corruptos têm toda a liberdade para praticar os crimes.”
Quando um juiz que afirma combater a corrupção confraterniza com notórios corruptos, apenas ingênuos e incautos o reconhecem como correto, confiável e digno de respeito.
Pessoas com um mínimo de senso crítico, convenhamos, incomodam-se com a parcialidade, o partidarismo e a ostensiva seletividade do simulacro de juiz e de seu pretenso papel “saneador”.

“Estranho o comportamento dos que procuram distrair a população, clamando por aplicação da lei contra os que justamente combatem a corrupção.”

Vamos trazer um truísmo: a ilusão só é percebida pela desilusão e entendimento de como, até então, o indivíduo se viu refém da quimera do “juiz exemplar”, “herói”, “patriota” e “exemplo de ser humano”. Quando desfeito o poder entorpecente da quimera “salvacionista”, aqueles que despertam e retomam os sentidos conseguem com acuidade se dar conta do logro e procuram enfrentar e superar a situação, buscando reconstruir suas vidas. No caso do país, essa tarefa política é coletiva.

Ninguém tem o monopólio da virtude. Todos devemos combater a corrupção. E não da boca para fora.

Corruptos contumazes como Aécio, Cunha, Temer e assemelhados foram apoiados / adulados pelos mesmos que passaram a adorar Bolsonaro / Moro como o Bezerro de Ouro e suas fórmulas.

As mentes colonizadas pela ideologia dos super-heróis são receptivas às transgressões do “mocinho”, cuja missão permitiria agir ao arrepio da lei para, sardonicamente, restabelecer a lei. Ou seja, o preço a pagar incorporaria, sem limites, violações e crueldades em nome do “bem comum”.

Ao reproduzirmos práticas criminosas nos transformamos naquilo que criticamos. Não adianta alegar que as motivações ou “as causas são boas”. Principalmente quando a nódoa no sistema de Justiça, a desobediência à Constituição, a repulsa ao Código de Ética da Magistratura e o desprezo ao Código de Processo Penal são as ações de bastidores (agora também reveladas pelo Intercept) dos moralistas sem moral que, com embustes e manipulação das instituições, desconsideram as mais comezinhas regras civilizatórias para se apresentarem como “salvadores da pátria”, ao mesmo tempo em que destroem a soberania do país e impossibilitam a convivência fraterna.

Tais personagens “heroicas” são emblemáticas de tudo aquilo que deveríamos evitar e repudiar com vigor ético. Jamais considerá-las como modelos. Exatamente para não cairmos no abismo das arbitrariedades.
  

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#LulaLivre
#SequestrodeLula é luta de classes: 455 dias.
Moro & Bolsonaro: #PatriotasdoEstrangeiro
Marielle e Anderson assassinados em 14/03/2018: 478 dias.
Teori Zavascki (?) em 19/01/2017.
Quem matou Teori?
#QuemMatouTeori?

Diabo a Sérgio Moro: Sua soberba deixou tudo a perder. Nem mesmo eu, com todos os meus poderes, evitarei sua derrocada e dos demais dallagnois.

#MoroASuaCasaCaiu



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