segunda-feira, 30 de abril de 2018

Sérgio Moro na cadeia



Sérgio Moro na cadeia.

 Caso o Brasil volte a ter um mínimo de regras democráticas:
A hora da verdade se aproxima do "juiz" de piso de Curitiba.
 


Cúmplice do golpe de Estado de 2016, o Poder Judiciário está desmoralizado e desacreditado. 

A perseguição ao ex-presidente Lula é acintosa e representa o desmascaramento da fantasia retórica da “lei para todos” e “respeito à Constituição”.

Constantemente ultrajada e vilipendiada pelas oligarquias, a Constituição é diuturnamente desfigurada para atender aos anseios de uma elite nostálgica pelo restabelecimento formal da escravidão, para que a “plebe volte a seu lugar natural”.

Figuras inexistentes no direito brasileiro, como, por exemplo, “propriedade atribuída a Lula”, são criadas com a desfaçatez própria daqueles que sabem que usufruirão do beneplácito e acolhida de comparsas golpistas bem posicionados na estrutura repressiva do Estado.

Não há no tríplex “atribuído a Lula” nenhuma reforma, móveis, elevador privativo, ou seja, algo que justificaria os tais gastos de mais de “R$ 2 milhões”. Na verdade, os itens observados ali estão muito longe dos valores declarados no processo.

Como a realidade não confirma a sentença, dane-se o factual: os desembargadores agravam a sentença de 9 para mais de 12 anos.

Vistorias e perícias nas alegadas reformas do “luxuoso tríplex”? Não, o juiz Moro não permite.

As notas fiscais da “reforma”, curiosamente, vieram de empresas de Curitiba que teriam “executado serviços” e alicerçado a sentença do juiz de piso de Curitiba.

O STF, sujeitando-se à estratégia de Carmen Lúcia, deixa de apreciar a questão em abstrato da prisão em segunda instância para se debruçar de má vontade sobre o caso específico de Lula, e nega o habeas corpus impetrado por sua defesa, “acreditando na sentença, na instrução criminal, no juiz Moro e no colegiado do TRF-4”, afirma o advogado Joelson Meira.

“O Presidente Lula é preso em Curitiba, e começam manifestações em todo o país denunciando a farsa da prisão, a fragilidade da denúncia, a manipulação da justiça”, conforme o advogado Joelson Meira.

A mídia, que abandonou o jornalismo e dedica-se à ficção canhestra, mostrou um apartamento decorado absolutamente incompatível com o que a ocupação do MTST comprovou: não há luxo, reforma ou quaisquer coisas que nem remotamente se aproximam do embuste produzido pela farsa judicial.

O apartamento “maravilhoso” na realidade é um “muquifo”. E, pior ainda, não é de Lula, mas, sim, da OAS.

“As notas fiscais são de empresas de militantes do PSDB de Curitiba, que não realizaram quaisquer reformas em Guarujá-SP”, sustenta o advogado Joelson Meira.

Não comprovadas as acusações, se explicita o papel vexatório da “justiça”. E isso obriga a declarar nulo todo o processo do juiz Moro.

Como corolário, “processos disciplinares e punição exemplar aos envolvidos nessa fraude primária, cujo intuito foi condenar um ex-presidente e líder nas pesquisas para impedi-lo de retornar à Presidência nas eleições de outubro de 2018”, finaliza o advogado Joelson Meira.



Confira:

Jango – Documentário de Sílvio Tendler

 

O dia que durou 21 anos - COMPLETO

 

Fãs(cistas) de Moro, Bolsonaro e Globo cometem atentado a tiros contra acampamento Marisa Letícia em Curitiba

 

Exclusivo: Dilma Rousseff no Democracy Now! (Em Português)

 

Filme O desafio, de Paulo Cezar Saraceni

 

O Golpe de Estado de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil - UERJ. Aula inaugural com Ricardo Lodi e Emir Sader

 

O Golpe de 2016 e o futuro da democracia. Entrevista com Luís Felipe Miguel

 

Curso Livre “O Golpe de 2016 e a Educação no Brasil” – Aulas 1 a 5 - Faculdade de Educação – UNICAMP

 

A violência do direito. Por Durval Muniz

 

ADUSP emite Nota de repúdio à nomeação de Marco Antonio Zago como secretário estadual da Saúde

 

Eugênio Aragão - Lula é elegível e tem legitimidade para recuperar a Constituição e defendê-la dos ataques e vilipêndios dos golpistas

 

Carta Aberta ao Presidente Lula. Por Flávio Aguiar

 

Vade retro, Bolsonaro 666

 

Revista Alfafa alerta contra grupos terroristas que ameaçam invadir o Brasil e sequestrar a produção de alfafa

 

Mesada do Mineirinho - entregador do dinheiro afirma que Aécio era o mais chato na cobrança de propina

 

Moro, desembargadores do TRF-4, a farsa da sentença do tríplex do Guarujá e as "armas de destruição em massa" inventadas pelos golpistas


Marilena Chauí - Classe média está arrependida da farsa do impeachment

 

Eleição sem Lula é fraude

 

PSDB é de extremo-cinismo. #PiadaPronta

 

Soberania

 

Carta de Berlim: A hora e a vez de Luiz Inácio. Por Flávio Aguiar

 

Judiciário

 

Temer e a segurança pública

 




Confira também:

Os livros da Editora Cia. Fagulha podem ser adquiridos diretamente pelo site da editora ( www.ciafagulha.com.br ) ou na Livraria Augôsto/Augusta (Rua Augusta, 2161 - São Paulo-SP)







domingo, 29 de abril de 2018

Jango – Documentário de Sílvio Tendler


 Jango – Documentário de Sílvio Tendler

 

 

Jango: Como, quando e porque se depõe um presidente da República. Em 1984, a campanha das "Diretas Já" mobilizou o Brasil: O povo, personalidades artísticas e políticas em todo país exigiam democracia. Nessa época, 2 obras expressam os anseios do povo brasileiro: O filme "Jango", de Sílvio Tendler, e uma das músicas de sua trilha sonora, "Coração de Estudante", de Wagner Tiso e Milton Nascimento, que se tornou o hino das "Diretas Já". "Jango" narrado por José Wilker, foca a trajetória de João Goulart que, deposto pelo Golpe de 64, se tornou o único presidente brasileiro morto em exílio. O filme visto por 1 milhão de pessoas ganhou vários prêmios e está entre os documentários mais importantes do Brasil.

 

Jango: How, when and why a President is deposed. In 1984, the campaign of "Direct (Elections) Now" mobilized Brazil: The people, artistic and political figures throughout the country demanded democracy. At that time, two works express the aspirations of the Brazilian people: The film "Jango" of Silvio Tendler, and one of the songs from its soundtrack, "Student Heart," by Wagner Tiso and Milton Nascimento, which became the anthem of "Direct (Elections) Now". "Jango" narrated by José Wilker, focuses on the path of João Goulart that deposed by the coup of 64, became the only Brazilian president who died in exile. The film seen by 1 million people has won several awards and is among the most important brazilian documentaries.

 

Fonte do texto:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=514&v=SaU6pIBv9f4

 


Confira:

O dia que durou 21 anos - COMPLETO

 

Fãs(cistas) de Moro, Bolsonaro e Globo cometem atentado a tiros contra acampamento Marisa Letícia em Curitiba

 

Exclusivo: Dilma Rousseff no Democracy Now! (Em Português)

 

Filme O desafio, de Paulo Cezar Saraceni

 

O Golpe de Estado de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil - UERJ. Aula inaugural com Ricardo Lodi e Emir Sader

 

O Golpe de 2016 e o futuro da democracia. Entrevista com Luís Felipe Miguel

 

Curso Livre “O Golpe de 2016 e a Educação no Brasil” – Aulas 1 a 5 - Faculdade de Educação – UNICAMP

 

A violência do direito. Por Durval Muniz

 

ADUSP emite Nota de repúdio à nomeação de Marco Antonio Zago como secretário estadual da Saúde

 

Eugênio Aragão - Lula é elegível e tem legitimidade para recuperar a Constituição e defendê-la dos ataques e vilipêndios dos golpistas

 

Carta Aberta ao Presidente Lula. Por Flávio Aguiar

 

Vade retro, Bolsonaro 666

 

Revista Alfafa alerta contra grupos terroristas que ameaçam invadir o Brasil e sequestrar a produção de alfafa

 

Mesada do Mineirinho - entregador do dinheiro afirma que Aécio era o mais chato na cobrança de propina

 

Moro, desembargadores do TRF-4, a farsa da sentença do tríplex do Guarujá e as "armas de destruição em massa" inventadas pelos golpistas


Marilena Chauí - Classe média está arrependida da farsa do impeachment

 

Eleição sem Lula é fraude

 

PSDB é de extremo-cinismo. #PiadaPronta

 

Soberania

 

Carta de Berlim: A hora e a vez de Luiz Inácio. Por Flávio Aguiar

 

Judiciário

 

Temer e a segurança pública

 




Confira também:

Os livros da Editora Cia. Fagulha podem ser adquiridos diretamente pelo site da editora ( www.ciafagulha.com.br ) ou na Livraria Augôsto/Augusta (Rua Augusta, 2161 - São Paulo-SP)