quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Pitacos de 31 de janeiro de 2018 - Eleição sem Lula é fraude!

Pitacos de 31 de janeiro de 2018
Eleição sem Lula é fraude!
 

Oligarquias não têm candidatos viáveis.
Por isso querem impedir Lula.
Para continuarem a destruir direitos do povo.


JUSTIÇA BURGUESA
Concede auxílio-moradia (em dobro) e uma série de mamatas intermináveis aos deuses.

Todo espertalhão quer um privilégio #Bretas
Atendente de demandas divinas: Bretas em dobro, excelência?
Divindade: Não. Prefiro Bretas2.


1.
#Datafolha
Podem espernear, podem reclamar, podem ler a Folha e Veja, o Estadão e o Globo, podem relinchar, podem ter piti, podem encomendar sentenças fakes e/ou vendê-las, que eu não mudo de opinião. Meu voto é Lula 13.
#TogaPelaCulatra
#Lula2018


2.
#Datafolha
Oligarquia deu uma "toga pela culatra".
Povo ignora decisões enviesadas e criminosas da justiça burguesa e Lula continua na liderança absoluta.
#TogaPelaCulatra
#Lula2018


3.
#Datafolha
Povo experimentou com o governo ilegítimo do golpista Temer parte do programa antipopular, antinacional e cleptocrata da direita, e manifesta cristalinamente que rejeita as opções que só beneficiam os mais ricos.
Extinção de direitos trabalhistas e sociais, destruição da Previdência, privataria e modus operandi de Cunha como modelo de escalpelar os pobres são execrados pelos trabalhadores/as.
#TogaPelaCulatra
#Lula2018


4.
#STF se apequena todos os dias:
Ao não julgar a inconstitucionalidade do auxílio-moradia de privilegiados e despudorados.
Auxílio-moradia em dobro e outras malandragens de divinos togados e semelhantes.


5.
Jucá: "Com o Supremo, com tudo".
#STF se apequenar? Mais? É possível?
#golpedeEstado


6.
#STF se apequenar?
Depois de ter se acumpliciado com o golpe e tripudiar da Constituição, que deveria defender, STF é completamente inútil.
Microscópio eletrônico não conseguiu detectar presença do STF.
#Desapareceu


7.
"juiz" determinado de Curitiba inventa figura jurídica inexistente: “ato de ofício indeterminado”.
#juizSurrealista
#FarsadaLavaJato
#desMOROnaaJustiça
#Hipocrisia é o fermento dos fariseus.


8.
Por que não ao quadrado?
#Bretas2

Todo espertalhão quer um privilégio #Bretas

Atendente de demandas divinas: Bretas em dobro, excelência?
Divindade: Não. Prefiro Bretas2.
Bretas2 ou 3 ou 4 ou 5
Privilégios ilimitados.
 #iTrouxas pagam. Kkkkkk!

9.
#iTrouxas

Oligarquias usaram e abusaram dos paneleiros, patos e congêneres.

Fizeram gato e sapato dos trouxinhas.

Em conversas reservadas, o Dr. Toicinho, CEO do PIG desde 1939, se refere aos analfabetos políticos de camisetas verde-amarelas da corrupta cbf como “trouxas disponíveis para quaisquer ordens, basta passar o comando pela Globo, Veja, Folha, Estadão e outras de nossas publicações”.

Perguntado por um dos convivas se ainda “há trouxas em número suficiente para manipular à vontade”, o Dr. Toicinho não se conteve e disparou em tom de blague: “Hay! Hay muchos! Mas vamos verter para o inglês, que eles se sentirão mais orgulhosos. Vamos chamar esses nossos brinquedinhos de iTrouxas. Kkkkkkkk.”

Ao que foi seguido pelo coro de comensais: #iTrouxas! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk."


10.
"Não há juízes em Berlim."
Decisões antijurídicas e inconstitucionais da justiça burguesa de Sérgio Moro, João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus são insultos a quem tenha mais de dois neurônios.




Confira:

Dez Mandamentos dos espertos


Deputado Wadih Damous (PT-RJ): A institucionalidade vai precisar ser recuperada e reconstruída nas ruas


Deputado Paulo Pimenta (PT-RS): O processo contra Lula é integralmente nulo

 

Que fazer? Os desafios da confirmação da condenação de Lula. Por Eugênio Aragão.

 

Nos anos 1960, um ex-presidente era investigado por causa de apartamento. Por Paulo César de Araújo

 

Participantes do circo da Lava Jato devem indenizar os cofres públicos e responder penalmente por infrações legais

 

Em nome da moral, da família e da fé cristã chegamos a Cunha, Michel Temer, Aécio, Jucá, Geddel, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Doria etc.



Confira também:

Os livros da Editora Cia. Fagulha podem ser adquiridos diretamente pelo site da editora ( www.ciafagulha.com.br ) ou na Livraria Augôsto/Augusta (Rua Augusta, 2161 - São Paulo-SP)







segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Dez Mandamentos dos espertos


Dez Mandamentos dos espertos

Auxílio-moradia em dobro. A vida dos deuses. 

Dez Mandamentos dos espertos:
com 50% de autopreenchimento, segundo as conveniências e necessidades.
São privilégios multiplicados.
E o melhor: os #iTrouxas vão pagar.


1) #PrivilégiosEmDobro

E ganharás, entre outros, auxílio-moradia em dobro.
(O essencial é ter privilégios. E o melhor é que eles devem ser multiplicados constantemente).


2) #TernoImportado

E receberás auxílio-paletó, jogo completo para o ano, atualizado eternamente (não aceite nada menos do que os de Miami. Exija as grifes famosas).


3) #FuraTeto

E receberás além do teto constitucional, pois quem obedece a limites e restrições legais é otário.


4) #Tirania

Sem provas e apenas com suas convicções partidárias, ignore a Constituição e persiga seus desafetos políticos.


10) #AbusodeAutoridade

Abuse de sua autoridade à vontade.
A Constituição deve se curvar aos seus caprichos, idiossincrasias e quaisquer carteiradas sagradas.

#Amém



OBSERVAÇÃO

Os Mandamentos de 5 a 9 serão preenchidos segundo as conveniências e necessidades.

Por exemplo, um juiz ou procurador é muito mais do que Deus.

Logo, pode usar a imaginação à vontade e lançar mão de todas as arbitrariedades, perpetrar os atos que desejar sem se importar se têm amparo legal, sabendo de antemão que a aposentadoria integral, pelo menos, está garantida, independente de desatinos cometidos.


SUA DIVINDADE EM PRIMEIRO LUGAR

Como os #iTrouxas vão pagar, não se preocupe com o tamanho do estrago causado por seus atos desvairados.

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O Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho entende que auxílio-moradia para pobres/miseráveis tem sentido.

Mas para abonados e cheios de privilégios?

É imoral, antiético, escárnio, abuso, hipocrisia e completo acinte à situação de precarização e revogação de direitos de trabalhadores/as.

Auxílio-moradia em dobro (para quem não precisa): Privilégio é justo? Não. É injustificável!

Eduardo Cunha (o ladrão abençoado pelas oligarquias para promover o golpe parlamentar), Marina Silva (de quem é o jatinho, Marina?), Dallagnol (especula com Minha Casa, Minha Vida), Bretas (auxílio moradia em dobro): evangélicos usufruindo de privilégios.

#Hipocrisia é o fermento dos fariseus.

#justiçaburguesa
#AuxílioMoradia e outros #privilégios
#MoralistasSemMoral






Por que o auxílio moradia de juízes e do Ministério Público pode configurar peculato. Por Eugênio Aragão.


A revolta contra benesses autoconcedidas por carreiras de estado está começando a tomar corpo na sociedade. Com direitos extintos em detrimento do trabalhador comum, causa inconformação a cultura de alguns estamentos da administração, de se servirem dos recursos públicos para aumentarem, sem previsão legal, as receitas pessoais de seus atores.

Os juízes e os membros do ministério público são a bola da vez. Adotaram, ao longo dos últimos anos de turbulência política, discurso moralista contra tudo que lhes pareceu leniente no trato com a coisa pública, rufando tambores do direito penal para intimidar a política como um todo. Tentaram deslegitimar a soberania popular, para substituí-la pelo poder da burocracia. Burocracia autocrática, que acha que não deve satisfação a ninguém. E os que criticaram essa mudança de eixo na distribuição de poderes logo caíram na suspeição de serem defensores de corruptos.

Quem exige tanta moral dos outros deve mostrar que não faz concessões quando se trata da própria prática. Para se erigir em vestal e julgar a conduta de todos, há que se estar acima dos padrões éticos comuns. E isso não parece ser o caso de nossos juízes e nossos membros do MP.

Ganham muito acima da média do funcionalismo, por vezes com verbas de concessão controversa. E a ginástica para justificá-las nem sempre está no patamar olímpico que deles se espera. São todo poderosos, se colocaram no centro do estado, desbancando os outros atores políticos. Têm apoio midiático invejável para qualquer personalidade exposta. A tentação de usar tudo isso em causa própria é certamente enorme e não conseguem disfarçar, além da ambição, sua ganância. Os fundamentos frágeis das autoconcessões são a mais clara exibição de arrogância e de subestimação da capacidade crítica da sociedade.

Agora, vendo o debate eclodir, mobilizam-se as categorias para manter as vantagens. Vão a Brasília para pressionar o STF. É o que de melhor sabem fazer. Posam de vítimas. Outras categorias ganham mais. Outras têm verbas de que magistrados e membros do ministério público não dispõem. Coitadinhos. Esquecem-se convenientemente que não há como comparar a estatura de seus ganhos corporativos pós-constitucionais com a de qualquer outra carreira no assaltado estado brasileiro.

E não fazem por onde manter essa posição privilegiada. Com uso da mídia, expuseram as entranhas de sua lógica de trabalho. Espancaram qualquer dúvida sobre sua parcialidade. Na arena política que invadiram, escolheram seus adversários e com eles foram implacáveis, passando, todavia, a mão na cabeça daqueles que, mesmo praticando flagrantes malfeitos, gozam de sua maior empatia de classe social. A prevaricação se tornou sistêmica, mas sempre mui bem empacotada em sofismas de deformada técnica jurídica. Dedos-duros abastados se transformam em delatores premiados para manterem seu alto padrão de vida e a posição política em organizações se torna condição objetiva de punibilidade pela importação extravagante da teoria do domínio do fato. Vale tudo e que se dane a boa doutrina.

Para se consolidarem como guardiãs da moralidade, carreiras privilegiadas do judiciário e adjacências manipularam o instituto da iniciativa popular, propagandeando medidas de sua exclusiva autoria que, se adotadas, reduziriam garantias processuais e lhes permitiriam maior ingerência na esfera privada. Usaram recursos públicos. Enveloparam viaturas e prédios para a campanha pelas tais “10 medidas”. Foram às rádios, às TVs, às redes sociais e esbravejaram contra a suposta decadência dos hábitos públicos. Mobilizaram a ira coletiva e diabolizaram quem lhes parecesse suspeito de não apoiá-las.

Mas foram surpreendidas pela agenda do abuso de autoridade. Deram-lhe azo. Calcularam mal. Achavam que a sociedade se manteria acuada ou enebriada com seu discurso moralista. Olvidaram que quem com ferro fere, com ele será ferido. A reação veio a galope. Muitos se aperceberam que estavam sendo engambelados nessa campanha de empoderamento corporativo. Outras instituições começaram a se mobilizar contra essa fúria de juízes e membros do MP contra tudo e todos.

Sim, é com essa mobilização que se reage aos abusos cometidos e por cometer. Busca-se acautelá-los. O debate sobre os ganhos indevidos vem a calhar nesse contexto.

Já que juízes e procuradores tanto têm apontado seus dedos para os outros, atribuindo-lhes, a torto e a direita, o alcance ilegal do patrimônio público, está na hora de examinar detidamente as práticas corporativas para nelas identificar ilícitos congêneres aos que apregoam como escandalosos.

Já se disse alhures, que o corporativismo das carreiras principescas do serviço público se assemelha em muito à apropriação privada do que pertence ao coletivo. Suas associações são instrumentos de avanço sobre a soberania popular em causa própria. Querem um naco do estado para chamar de seu, na melhor tradição das capitanias hereditárias. Não têm pejo de usar os graves poderes outorgados a seus membros para atenderem a suas demandas mesquinhas. Não há grande distância entre elas e empresários que desviam o interesse público para seu lucro pessoal, em detrimento da fazenda pública. Ambos fazem parte da mesma baixa cultura de governança patrimonialista.

No caso do auxílio-moradia foi exatamente isso que aconteceu: aproveitaram a empatia de magistrados do STF para com as demandas dos juízes. E onde passa boi, passa boiada. O ministério público logo tratou de pedir a extensão da vantagem para si, por conta de suposta isonomia. Lograram com isso a universalização de uma verba prevista como indenizatória apenas para compensação por lotação sacrificada.

Somente em vagas de difícil provimento é que membros do MP podem receber a vantagem.

Para os juízes, a disciplina legal é diferente. Para eles, há previsão de residencia funcional na LOMAN e auxílio-moradia nas hipóteses de não haver residência oficial. Não há, porém, razão para universalizar a vantagem, nem para magistrados e nem para membros do ministério público, devendo a concessão depender do exame da situação de cada um. O judiciário não pode transformar vantagem eventual em regra geral e abstrata, muito menos sem incidência de imposto, quando fora da hipótese de dificuldade de provimento.

A concessão fora da previsão legal aceita pelo magistrado ou pelo membro do ministério público é consciente apropriação ilegal de recurso público de que têm posse, em razão das facilidades que a função oferece numa carreira super-empoderada. Não é absurdo subsumir essa conduta à hipótese de peculato-furto do art. 312 do Código Penal, pois a posse lhes é propiciada por interpretação interesseira da legislação orgânica. Ninguém que se beneficiou pode, em sã consciência, dizer que a percepção foi de acordo com a lei. Tanto assim é que Janot, que, como Procurador-Geral da República, requereu ao STF a extensão da verba aos membros do ministério público, pessoalmente dela preferiu abrir mão.

Podem se escorar na empática decisão judicial provisória que desde setembro de 2014 permanece inalterada, para lhes atribuir a extravagância; podem provocar, com sucesso até, seus órgãos de controlo externo, o CNJ e o CNMP, que de externo não têm nada, para coonestarem a esperteza – mas, se fossem outros a perceber essa vantagem, com essa demora do deslinde definitivo da controvérsia artificialmente posta, seriam procuradores e promotores os primeiros a afiarem a faca da persecução penal e a ensebar o porrete da improbidade administrativa.

Vale a máxima em latim: piper in oculis aliorum potum algorem est – pimenta nos olhos dos outros é refresco. A frase poderia ser em português mesmo, mas, em latim, esses briosos juristas talvez a memorizem melhor.


Confira:

Deputado Wadih Damous (PT-RJ): A institucionalidade vai precisar ser recuperada e reconstruída nas ruas


Deputado Paulo Pimenta (PT-RS): O processo contra Lula é integralmente nulo

 

Que fazer? Os desafios da confirmação da condenação de Lula. Por Eugênio Aragão.

 

Nos anos 1960, um ex-presidente era investigado por causa de apartamento. Por Paulo César de Araújo

 

Participantes do circo da Lava Jato devem indenizar os cofres públicos e responder penalmente por infrações legais

 

Em nome da moral, da família e da fé cristã chegamos a Cunha, Michel Temer, Aécio, Jucá, Geddel, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Doria etc.



Confira também:

Os livros da Editora Cia. Fagulha podem ser adquiridos diretamente pelo site da editora 
( www.ciafagulha.com.br ) ou na Livraria Augôsto/Augusta (Rua Augusta, 2161 - São Paulo-SP)