domingo, 9 de julho de 2017

O que é luta de classes


O que é luta de classes

Canalhas, canalhas, canalhas.
Luta de classes é tudo o que uma classe social faz para defender seus interesses.

1. A “reforma trabalhista” é luta de classes.
Os capitalistas querem reduzir os custos de produção continuamente para maximizar seus lucros.
A revogação de direitos trabalhistas tem esse objetivo.
Os patrões estão sendo atendidos pelos deputados/senadores mercenários que são favoráveis ao esquartejamento de direitos dos/as trabalhadores/as.
Quando o/a trabalhador/a apoia aquilo que é contra seu próprio interesse, diz-se que ocorre a alienação, ou seja, a autossabotagem.
A mídia, sob controle dos empresários, realiza programação constante para criar exércitos de analfabetos políticos, cujas vestes (camisa verde-amarela da CBF), comportamentos (bater panela e vomitar ódio nas redes sociais) e espírito de manada protegem e garantem a hegemonia de plutocratas e cleptocratas.

2. A “reforma previdenciária” é luta de classes.
Os rentistas (20 mil famílias que vivem de renda) têm alergia aos impostos para eles, mas impõem regras rígidas ao país para que mais de 50% do suor nacional, quer dizer, mais da metade do PIB do Brasil seja direcionada para o pagamento da dívida interna.
A destruição de direitos sociais tem esse objetivo.
As políticas implementadas pelo governo golpista de Temer (PMDB/PSDB) são desastrosas em todos os aspectos.
Observando o quadro de depressão econômica resultante da aplicação de receitas neoliberais mortíferas para as classes trabalhadoras (e altamente lucrativas para os rentistas, vulgo parasitas financeiros), nota-se a queda brusca de arrecadação federal, o alto nível de desemprego e o recrudescimento da miséria.
Para manter a todo custo a remuneração espoliadora aos rentistas, os agentes do golpe avançam com suas garras sobre os fundos públicos (a Previdência, entre outros), penalizando trabalhadores/as, ameaçados da impossibilidade de aposentadoria em razão da rapina garantidora do desfrute rentista.

3. O golpe de Estado é luta de classes (em 1964 e em 2016)
A deposição da presidenta legítima Dilma Rousseff foi articulada, organizada e concretizada pelos capitalistas nacionais e estrangeiros.
Frações do Poder Judiciário, do MP, da PF e toda a mídia oligopolizada apoiaram enfaticamente o golpe de Estado.
A Lava Jato não era contra a corrupção. Foi criada para desmoralizar e acabar com o PT. O bombardeio de propaganda sobre midiotas soldou preconceitos e vitaminou as mané-festações pelo país.
Por meio de mecanismos de exceção (seletividade, partidarismo e arbitrariedades diversas) forneceu ao golpe a máscara de “legalidade” (com a cumplicidade e pusilanimidade do STF).
Consumado o golpe, e as investigações saindo do controle da República de Curitiba e se aproximando dos promotores do assalto ao poder (Temer, Aécio, Serra etc.), a “força tarefa” não tem mais tarefas a cumprir, pois os sócios do golpe devem ser blindados.
A escória parlamentar também cumpriu seu papel de coveira da embrionária democracia brasileira.
O golpe de Estado foi financiado pelos patrões para destruir direitos trabalhistas e sociais, e, é claro, saquear as riquezas nacionais.
Além disso, como o (mau)caráter do golpe não é apenas antissocial, mas é profundamente antinacional, as riquezas brasileiras (Pré Sal, terras, construção civil, indústria naval etc.) são sucateadas/transferidas na bacia das almas a grandes conglomerados estrangeiros como pagamento do apoio ao golpe.

4. Por isso se diz que o Brasil é o único país do mundo em que o povo foi para a rua para tirar uma governante honesta e pôr no lugar uma quadrilha de bandidos (Temer/Aécio/Cunha/Serra/Jucá/Maia etc.).
O preconceito de classes médias e altas midiotizadas diuturnamente contra pobres e miseráveis reintroduziu o Brasil no mapa da fome e tornou o país motivo de chacota mundial.
O desfile de aberrações golpistas (Temer e seus canalhas) apoiados por zumbis de camisetas verde-amarelas da CDB / paneleirOtários / patOtários etc., produziram colossal retrocesso na vida nacional.

5. Portanto, fiquemos atentos para todas as armadilhas dos patrões na luta de classes e em todos os momentos.
E não nos enganemos com o novo fantoche balançado como salvação dos empedernidos golpistas: o boneco Rodrigo Maia, que segundo seu amigo, Eduardo Cunha, é também beneficiário de recursos escusos.
Maia é o Temer do Temer.
Logo aparecerá o Maia do Maia.
Cabe às classes exploradas e oprimidas acabar com essa novela tediosa das elites, na qual o miserável só tem espaço para lamber os sapatos dos endinheirados.
Luta de classes para trabalhadores/as / desempregados/as é dar um basta à exploração e à opressão.
Fora, Maia!
#ForaMaia
Diretas, já!
#DiretasJá



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