terça-feira, 25 de julho de 2017

Brasil contemporâneo. Preencha as lacunas.



Brasil contemporâneo. Preencha as lacunas.


 
Entender o Brasil para não ser um mané-festante.


Você quer entender o que se passa no Brasil de hoje?
Então, começará encarando esse desafio?

1. Segundo o MST, a reforma agrária começa nas terras de _______. (Desonestos. 9 letras.)
2. _______ é a aniquilação de um personagem político pela via de mecanismos judiciais. (Termo jurídico, em inglês. 7 letras.)
3. PSB quer “saída honrosa” do governo golpista de Temer, como se isso fosse _______. (Que preenche as condições necessárias para ser, existir ou realizar-se. 8 letras.)
4. _______ _______ controlam 60% das vendas de armas no mercado clandestino. (Potência mundial. 13 letras.)
5. João _______, autointitulado “trabalhador”, acorda moradores de rua com jato de água fria no inverno. (Prefake. 5 letras.)
6. Ricos são os proprietários dos meios de _______. (Pobres são destituídos. 8 letras.)
7. Dosimetria da pena para os crimes de Sérgio _______. (Juiz partidário e seletivo. 4 letras.)
8. Volkswagen cooperou com a _______ brasileira. (Ditabranda, segundo a Folha de S. Paulo. 8 letras.)
9. #PatOtário vende o carro para pagar a _______. Mas seu contrato era de venda com tanque cheio. Precisou empenhar a geladeira para pagar a conta. (Destilado do petróleo que possui hidrocarbonetos na faixa de 4 a 12 átomos de carbono, usado como combustível em motores à explosão. 8 letras.)
10. Violação do sigilo telefônico: Constituição de 1988, artigo 5º., inciso XII. A pena prevista é de dois a quatro anos de reclusão e _______. (Pena pecuniária, é uma sanção penal, não é tributo, consistente na imposição ao condenado da obrigação de pagar determinada quantia em dinheiro, calculada na forma de dias-_______, atingindo o patrimônio do condenado. 5 letras.)
11. Abuso de _______ (art. 4º, letra “a”, da Lei 4.898, de 09/12/1965). a) multa; b) detenção; c) perda do cargo e a inabilitação para o exercício de qualquer outra função pública por prazo até três anos. (Abuso do direito ou poder de ordenar, de decidir, de atuar, de se fazer obedecer. 10 letras.)
12. Grampo no escritório dos advogados de Lula. Autorização do “juiz” Sérgio Moro, apesar de avisado insistentemente pela operadora em ofícios, configura grave negligência. Por enquanto, reina a _______ para o indigitado “magistrado”. (Não aplicação de determinada pena criminal. STF fez vistas grossas. 10 letras.)
13. Comportamento das vítimas do golpe de Estado. Os coxas, ou seja, os golpistas analfabetos políticos apoiadores do golpe, ficaram inertes após a revelação dos crimes de seus heróis. Suas _______, antes batidas freneticamente, emudeceram de imediato. Quanto aos democratas, criaram movimentos de resistência contra o Estado de Exceção e lutaram tenazmente para retomar o Estado de Direito. (Utensílio de cozinha usado por analfabetos políticos. Plural. 7 letras.)
14. Consequências do golpe de Estado. O golpe de Estado desempregou milhões de pessoas; destruiu a soberania do país ao entregar suas riquezas (Pré-sal, terras etc.) a estrangeiros e a preço vil; detonou a indústria naval, a petrolífera, a construção civil; e levou ao poder uma _______ absolutamente corrupta, contrastando com o álibi demagógico de “combate à _______”. (Segundo o art. 288 do Código Penal, é "associarem-se mais de três pessoas, em _______ ou bando, para o fim de cometer crimes". 9 letras.) (Álibi retórico dos golpistas para assaltar o poder em nome do “combate” de suas próprias práticas atribuídas aos outros. 9 letras.)
15. Recado de uma mãe pobre a seu filho pobre:
Meu filho, comporte-se bem.
Nunca pratique crime. Primeiro porque é errado, fere os outros e desonra a si próprio. Segundo, você não é o Aécio, que tem cobertura global para os delitos dele. Terceiro, você não é o juiz _______, que pode fazer escutas ilegais e divulgá-las impunemente, ou, o que é pior, perseguir e condenar alguém sem provas. Com eles nada acontece. Por isso, meu filho, não siga maus exemplos. Entendeu? (Herói de coxinhas; tarefeiro da Casa Grande. 4 letras.)
16. O teólogo Leonardo Boff declarou-se: “Solidário com Lula, vítima de um juiz mau contra o qual a _______ invoca a maldição divina. Virá o dia em que enfrentará o Justo Juiz. E chorará.” (Conjunto dos textos sagrados do Antigo e do Novo Testamento. Inicial maiúscula. 6 letras.)
17. Nós compartilhamos essa avaliação do teólogo Boff. Entendemos ser tal “juiz” um tarefeiro da Casa _____. Porém, antes da punição divina, será também castigado pela História por seu papel infame e deprimente. (Lugar de poder da classe dominante. 6 letras.)
18. Al Capone conta de sua experiência após se filiar ao PSDB:
Desde que me filiei no PSDB, devo admitir, é só alegria. O PSDB tem imunidade nas estruturas repressivas do Estado. PF, MP e Judiciário não fazem nada contra seus membros. É só observar que as máfias da merenda, dos trens e metrô, de Furnas, da Privataria, dos sorvetes milionários, da dívida pública etc. Nunca são incomodadas. Tucanos são _______, meu filho. (No que não se pode tocar; intangível; fora do alcance da lei; protegidos pela justiça burguesa. 10 letras.)
19. PCC - Primeiro Comando do Capital anuncia nos Classificados:
Contrata-se jagunço jurídico para fazer a diferença com sentenças sob encomenda da Casa Grande. Remuneração de acordo com o valor dos benefícios e pagamentos em contas protegidas da bisbilhotice alheia em paraísos _______. (Refúgio no qual criminosos preferem esconder recursos provenientes de seus crimes. 6 letras.)
20. Um juiz exemplar é imparcial e não usa a _______ em vão. (Vestimenta de magistrado; beca. 4 letras.)
21. Um juiz exemplar não levanta falsos _______ e não dá crédito a eles, mesmo que venham em formato de powerpoint. (Não mentir. Plural. 11 letras.)
22. Um juiz exemplar não cobiça as coisas alheias e não fica invejando o brilho da _______ e tentando de forma vil destruí-la. (Produz energia, tem luz própria e é invejada por tirano togado. 7 letras.)
23. Relógio preciso da República de Curitiba:
Para fazer as pessoas esquecerem as perdas de direitos trabalhistas com as "reformas" de Temer, aprovadas pela escória parlamentar, o "juiz" Sérgio Moro, providencialmente, condena Lula, entregando a encomenda que lhe fora feita pela Casa Grande desde o início da farsa da "Lava Jato". Não foi por R$ _______ centavos, mané-festante. (Conto do vigário para analfabetos políticos de todas as latitudes; quantia irrisória.)
24. Golpe de Estado é uma máquina do _______ que leva o Brasil de volta para o século XIX. (Ferramenta política que permite retrocessos através do tempo de uma maneira criminosa, mas aceita pela justiça burguesa; máquina que leva de volta ao passado sem direitos sociais e trabalhistas. 5 letras.)
25. Detonar direitos sociais e trabalhistas, causar _______ em massa, destruir a indústria nacional, entregar o Pré Sal e todas as riquezas do país é considerado “modernização” pelos plutocratas/cleptocratas e vice-versa. O álibi? “Combater a _______.” E manter intocáveis os rentistas. (Em grande quantidade; de forma devastadora. 5 letras.)
26. Ao ordenar prisões preventivas arbitrárias para obter confissões e delações, o “juiz” partidário seleciona quem será perseguido, execrado e massacrado nas manchetes de revistas e jornais amigos, sempre predispostos a acolher vazamentos (delírios) contra _______ comuns. (Que odeia alguém; que quer prejudicá-lo. Plural. 8 letras.)
27. Destruir setores estratégicos da economia nacional é projeto compartilhado pelos _______ de décadas anteriores, e executado celeremente pelos assaltantes do poder de turno. (Aqueles que usurpam, ou conspiram para usurpar violentamente o governo. Escória parlamentar sob o comando do bandido Eduardo Cunha. Assaltantes do poder; sem votos. 9 letras.)
28. Causar desemprego em massa é maneira eficaz de reduzir drasticamente os custos da mão-de-obra e jogar a classe trabalhadora no “salve-se quem puder” da selva _______. (Doutrina que, a partir de 1947, defende total liberdade de mercado e condena quase toda intervenção do Estado na economia. Eufemismo para a ditadura dos ricos, na qual ocorre a supressão dos direitos dos pobres. 10 letras.)
29. Produzir um estado de exceção e ajudar a perpetrar um golpe de Estado é ser coveiro da _______, regime no qual o povo atrapalha os negócios da burguesia. (Sistema ou regime que se baseia na ideia da soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, e que se caracteriza pelo direito ao voto, pela divisão dos poderes e pelo controle dos meios de decisão e execução. Brasil de Temer e tucanos não tem esse regime. 10 letras.)
30. Luta de classes é tudo o que uma _______ social faz para defender seus interesses. Os patrões sempre negam a existência da luta de classes. Os idiotas, também. (Categoria em que se classificam os cidadãos de uma sociedade qualquer, conforme sua condição econômico-financeira e seu status social. 6 letras.)


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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Como a Volks cooperou com a ditadura brasileira


Como a Volks cooperou com a ditadura brasileira

Volkswagen deve explicar sua cooperação com a ditadura brasileira.

Imprensa alemã obtém acesso exclusivo à investigação sobre o envolvimento da montadora com o regime: cooperação era maior do que se pensava e teria tido o conhecimento da chefia da companhia em Wolfsburg.

Uma força-tarefa investigativa formada pelo jornal Süddeutsche Zeitung e as emissoras estatais NDR e SWR obteve acesso exclusivo à investigação externa, ordenada pela própria Volkswagen, sobre o papel de sua filial brasileira na ditadura militar (1964-1985).
Segundo reportagens publicadas no domingo (23/07), a filial brasileira da montadora colaborou de forma mais ativa do que antes se imaginava com os militares na perseguição de opositores do regime.
Análise extensa de documentações mostrou quão participativo foi o papel da Volkswagen do Brasil e sugere que a sede em Wolfsburg tomou conhecimento disso - o mais tardar em 1979.
Os repórteres alemães analisaram documentos corporativos localizados na filial brasileira e na sede alemã, papéis classificados como secretos pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e relatórios confidenciais do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha.
"Operários eram presos na planta da fábrica e, em seguida, torturados: a colaboração da Volkswagen com a ditadura militar brasileira foi, aparentemente, mais ativa do que antes presumido", escreveu o Süddeutsche Zeitung.
Os repórteres alemães também tiveram acesso às atas de investigação do Ministério Público de São Paulo. Além disso, eles realizaram entrevistas com alguns ex-funcionários da Volkswagen do Brasil – muitos confirmaram que foram detidos na fábrica em 1972. Eles faziam parte de um grupo oposicionista e distribuíram folhetos do Partido Comunista e organizavam reuniões sindicais.
Os veículos de comunicação alemães corroboraram que a filial brasileira espionou seus trabalhadores e suas ideias políticas, e os dados acabaram em "listas negras" em mãos do Dops. As vítimas lembraram como foram torturadas durante meses, após terem se unido a grupos opositores.
"A Volks roubou dois anos da minha vida", disse Lúcio Bellentani, ex-operário da montadora e agora com 72 anos, que afirmou ter sofrido oito meses de tortura e ter passado outros 16 meses na prisão. "Indiretamente a Volkswagen foi responsável por numerosos casos de tortura e perseguição. A Volkswagen deve ter a dignidade de reconhecer sua responsabilidade por esses atos." 
Espionagem e colaboração com Dops
Em 2016, a montadora alemã nomeou para uma investigação sobre seu passado o historiador Christopher Kopper, que confirmou a existência de "uma colaboração regular" entre o departamento de segurança da filial brasileira e o órgão policial do regime militar.
"O departamento de segurança atuou como um braço da polícia política dentro da fábrica da Volkswagen", antecipou Kooper, pesquisador da Universidade de Bielefeld, à imprensa alemã. Segundo ele, a montadora "permitiu as detenções" e pode ser que, ao compartilhar informações com a polícia, "contribuísse para elas". Ele sugeriu que a montadora alemã peça desculpas aos ex-funcionários afetados pela conduta.
De acordo com protocolos internos da Volkswagen, as chefias da montadora na Alemanha e em São Paulo trocaram memorandos referentes às detenções de funcionários. O conselho da multinacional tomou conhecimento da conduta em São Bernardo do Campo, cidade satélite de São Paulo, o mais tardar em 1979, quando funcionários brasileiros viajaram à Alemanha para confrontar o então presidente da companhia, Toni Schmücker. 
A sede da montadora se negou a comentar o conteúdo das alegações e reiterou ter encarregado o historiador Kooper de investigar e apresentar um parecer sobre a questão. Kooper apresentará suas conclusões até o final do ano.
Galpões cedidos aos militares
Há quase dois anos foi aberta em São Paulo uma investigação sobre a Volkswagen do Brasil para determinar a responsabilidade da empresa na violação dos direitos humanos durante a ditadura de 1964 a 1985.
Conforme estabeleceu a Comissão Nacional da Verdade (CNV), que examinou as violações dos direitos humanos cometidas pela ditadura militar, muitas empresas privadas, nacionais e estrangeiras, deram apoio tanto financeiro como operacional ao regime militar.
No caso da Volkswagen, a comissão constatou que alguns galpões que a empresa tinha numa fábrica de São Bernardo do Campo foram cedidos aos militares, que os usaram como centros de detenção e tortura. Além disso, a comissão sustentou que encontrou provas que a multinacional alemã doou ao regime militar cerca de 200 veículos, depois usados pelos serviços de repressão.





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