terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cristianismo-nazista ou o ABC do entreguismo



Cristianismo-nazista ou o ABC do entreguismo
  

Operação Boca-de-urna:
Mais uma das inúmeras práticas plagiadas pelos adeptos
do Cristianismo-nazista e vice-versa, com a indefectível apresentação em PowerPoint.

Contam os livros de História Geral que Cristianismo-nazista é uma “criação original da República de Curitiba”, região povoada de cristãos-nazistas e vice-versa.
Balela!
Sabe-se que tanto os nazistas quanto os fascistas têm o hábito de explorar a boa-fé alheia (de coxinhas, trouxinhas e assemelhados) com cantilenas / litanias para idiotas / evanjegues e outros quadrúpedes.
A imagem de Torquemada adorna a mesa do açougue de todos os procuradores anjos, cujas convicções teriam ruborizado até mesmo Joseph Goebbels.
Sabe-se, ademais, que o amplo apoio da mídia sustentou por um período o reinado das atrozes figuras e de seu catecismo inquisitorial e desalmado.
Protegendo bicudos, demos e bichos da mesma fauna, os indigitados utilizavam desavergonhadamente do aparato repressivo do Estado para impor, acintosamente, suas concepções fanáticas e partidárias.
O fito da metodologia de extermínio de desafetos políticos era, como até os mais rematados imbecis vieram a saber posteriormente, a entrega das imensas riquezas de um país sequestrado e vítima do democraticídio praticado por parlamentares canalhas, setores do MP, da PF, da mídia e, é claro, em simbiose com os interesses colonialistas de grandes empresas multinacionais, que se apresentavam para fazer a caridade de se apropriar por alguns trocados do Pré-sal, bancos públicos, solo, subsolo, ar, mar etc.
Entretanto, as fortificações dos impolutos moralistas revelaram-se um castelo de cartas de impostores. Os mesmos emitiam de forma tonitruante suas falácias com indefectíveis perorações “em nome de Deus, da minha família e de minhas convicções”.
Quanto aos depósitos ilegais dos correntistas suíços, dos magnatas das comunicações, de empreiteiras e de bancos nas Bahamas e em outros paraísos fiscais, os angelicais “representantes da lei e da ordem” tinham por regra manter silêncio sepulcral, em respeito às famiglias “usufrutuárias”.


Confira:




  


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