quarta-feira, 22 de junho de 2016

Temerlão I reforma significado da bandeira usurpada



Temerlão I reforma significado da bandeira usurpada

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Em sua ânsia modernizadora, Temerlão I implementa a reforma do significado da bandeira de Temerlândia.
Atendendo aos reclamos de estrangeiros sequiosos pelas terras do país, até então representadas pela cor verde, o usurpador baixou medidas provisórias para “regulamentar a dádiva aos fazendeiros gringos das terras, florestas e quaisquer partes do território em que se possa cravar a bandeira alheia”. Salientou-se que a preocupação das grandes potências em alimentar seus povos de origem teria comovido o dirigente do golpe.
No mesmo sentido, as riquezas, indicadas pela presença da cor amarela, também “serão objeto de doação meritocrática às empresas multinacionais melhor preparadas para extrair o ouro amarelo e o negro, inclusive e principalmente tudo o mais será disponibilizado de maneira farta e acessível para não dar trabalho aos saqueadores”.
Temerlão I teria até comentado ser um “insulto nomear aqueles que podem usufruir das abastanças nacionais como aproveitadores ou piratas — uma vez que essa é uma linguagem bolivariana e antipática às oligarquias — ainda mais por ser um desejo nacional oferecer o que há de bom e do melhor aos forâneos, desconsiderando as mesmas oportunidades, naturalmente, aos domésticos de baixa extração”.
Quanto ao azul de céus e rios, o monarca enfatizou “as qualidades das aéreas de além-mar, repletas de know-how para tomar conta do espaço, bem como suas parceiras, igualmente dotadas de vantagens tecnológicas para se apropriar de forma definitiva de rios Amazonas e todos os demais recursos”.
Como o branco há muito designa o desejo de paz, Temerlão I resolveu “terceirizar o comando das Forças Armadas às armadas internacionais dotadas de orçamentos compatíveis com a ocupação a ser aprofundada em território temerliano”.
Ao verificar ter exaurido as cores da bandeira, Temerlão I sentiu-se deveras feliz, “conclamando para a desnecessidade de termos bandeiras próprias, pois as outras são de beleza incomparável e muito mais pertinentes”.
Para não deixar furiosos o que restou de nacionalistas no reino, o septuagenário imperante decretou, a título de derrisão, que “a bandeira do país ainda existiria, mas agora ela seria transparente, como devem ser todos os atos de homens públicos em Temerlândia”.
Observação: As 666 mesóclises foram suprimidas, mormente as mais frequentes, como, por exemplo, “entregar-se-á”, “dá-lo-ei” e semelhantes, em todos os tempos e modos.

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