quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Polícia Política do PSDB


Polícia Política do PSDB


Al Capone
“PSDB tem imunidade nas estruturas repressivas do Estado — PF, MP, Judiciário.”



#DoAlém, Al Capone afirma que errou ao não se filiar ao #PSDB: 

“PSDB tem imunidade nas estruturas repressivas do Estado — PF, MP, Judiciário.”

#PolíciaPolíticadoPSDB



“Escândalo? É do PSDB? Tá liberado!”

Magistrado Bicudo



Estadão



“Delegados federais da Operação Lava Jato, força-tarefa que investiga o esquema de corrupção na Petrobrás envolvendo empreiteiras e partidos, entre os quais o PT, usaram as redes sociais durante a campanha eleitoral deste ano para elogiar o senador Aécio Neves, candidato do PSDB ao Planalto, e atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua sucessora, Dilma Rousseff, que disputava a reeleição.” 



Tijolaço




Nos Estados Unidos, modelo de liberdade da direita brasileira, a esta hora, haveria um escândalo de dimensões incalculáveis.

Imaginem o The New York Times publicando que delegados do FBI envolvidos numa investigação sobre corrupção envolvendo ex-servidores públicos e parlamentares tornaram-se ativistas, nas redes sociais, de um partido político e de um candidato à Presidência?

Pois foi exatamente isso que aconteceu hoje, com a publicação do excelente trabalho da repórter Júlia Duailibi, no Estadão, que é claro, não agiu como faria o NYT e nem chamada de capa deu, colocando apenas em página interna.

(...)
Como é que um juiz digno iria proceder diante de “investigações” que se desenvolvem sob a direção de militantes virtuais do PSDB?

Como é que um Ministro do Supremo vai decidir sobre “delação premiada” a partir de um chamado “conjunto de provas”  com estas impressões digitais tucanas?




Conversa Afiada

Providências?



O Conversa Afiada reproduz impressionante reportagem da Julia Duailibi, do Estadão, que, num país moderadamente sério, provocaria a demissão do Ministro (?) da Justiça e do diretor-geral da Polícia Federal (que tentou impedir a deflagração da Operação Satiagraha).






Paulo Moreira Leite
Em: 14/11/2014


O aspecto disciplinar do caso está resolvido no artigo 364 no regimento disciplinar da Polícia Federal, que define transgressões disciplinares da seguinte maneira:

I - referir-se de modo depreciativo às autoridades e atos da Administração pública, qualquer que seja o meio empregado para êsse fim.

II - divulgar, através da imprensa escrita, falada ou televisionada, fatos ocorridos na repartição, propiciar-lhe a divulgação, bem como referi-se desrespeitosa e depreciativamente às autoridades e atos da Administração;

III - promover manifestação contra atos da Administração ou movimentos de apreço ou desapreço a quaisquer autoridades;
 




DCM




O símbolo deste grupo, conta Julia Duailib, é “uma caricatura de Dilma, com dois grandes dentes incisivos que saem da boca, e coberta por uma faixa vermelha na qual está escrito: Fora, PT!”

Paula responde diretamente ao superintendente da Polícia Federal do Paraná, Rosalvo Franco.

O coordenador da Lava Jato, o delegado Marcio Anselmo, se referiu a Lula numa mensagem como “anta” – termo usado por muitos anos pelo colunista da Veja Diogo Mainardi.

Fica claro como chegou à Veja a “informação” de que Dilma e Lula sabiam de tudo. Ação entre amigos, irmãos de fé — e uma acusação com credibilidade abaixo de zero, como se comprova agora.

A Polícia Federal deveria, em tese, ser uma solução para o Brasil.

É, na realidade, um problema, e um problema de enormes proporções.

O que a jornalista Julia Duailibi revelou aos brasileiros foi um dos maiores escândalos da história recente do país.

Não basta fazer uma reforma superficial na PF.

Ela tem que ser reinventada para que seus agentes se comportem como policiais – e não como políticos que, longe dos holofotes, conspiram contra a democracia.

Tudo da Lava Jato tem, agora, que ser revisto à luz das informações de Julia Duailib.

Mais uma vez, palmas para ela.

De pé.





Luciano Martins Costa – Observatório da Imprensa

 
Os policiais citados participam de um grupo fechado autointitulado Organização de Combate à Corrupção (OCC), cujo símbolo é uma caricatura da presidente da República com dois grandes dentes incisivos e coberta por uma faixa onde se lê: “Fora, PT!” O conteúdo repete factoides, mitos, boatos e todo o arsenal usado durante a campanha eleitoral contra a reeleição da presidente.

Inquérito contaminado

(...)
A OCC tem todas as características de outra organização de extrema-direita que atuou como força auxiliar da repressão nos tempos da ditadura militar: o CCC (Comando de Caça aos Comunistas) também começou como uma entidade da sociedade civil preocupada com a defesa de supostos “valores universais” e acabou transformado em milícia terrorista, praticando ações extremas como a depredação de uma emissora de rádio, atentados a bomba e o assassinato de um padre católico no Recife.

(...)
A revelação feita pelo Estado de S.Paulo e o que se pode apurar sobre os personagens dessa história compõem um escândalo dentro do escândalo da Petrobras e expõem a perigosa contaminação de toda uma superintendência regional da Polícia Federal por interesses externos ao da atividade policial, o que coloca em dúvida a qualificação de seus agentes para conduzir essa investigação, e, por consequência, de todo o noticiário que se seguiu.

Além disso, revela de onde vêm os factoides utilizados pela imprensa para exercer sua influência em questões importantes para a sociedade brasileira, como a eleição para a Presidência da República.





Confira também:





Documentos suíços revelam que Robson Marinho recebeu quase US$ 1 milhão da Alstom





A Comissão de Direitos Humanos realizará Audiência Pública para tratar de graves violações de direitos humanos na Faculdade de Medicina da USP

Quero colaborar com o Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário