quinta-feira, 4 de setembro de 2014

MANIFESTO SOS USP - Em defesa da Universidade Pública



MANIFESTO SOS USP
Em defesa da Universidade Pública


1. MANIFESTO SOS USP - Em defesa da Universidade Pública
2. MANIFESTO DOS PROFESSORES DO DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS DA USP
3. Vídeo do debate acontecido no IF da USP, sobre o HU e o plano de demissão voluntária, diante de um auditório lotado.

1.
MANIFESTO SOS USP
Em defesa da Universidade Pública



Ao completar 80 anos, a Universidade de São Paulo atravessa um período de dificuldades que ameaçam sua própria razão de ser como instituição: a produção e divulgação de conhecimento crítico no campo das artes, cultura, ciências e desenvolvimento tecnológico.

Sucessivos governos estaduais vêm exigindo das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza a expansão de seus cursos sem a devida contrapartida orçamentária, impondo assim a precarização das condições de trabalho e ensino e comprometendo o cumprimento adequado de suas atividades-fim. A dotação orçamentária da USP, Unesp e Unicamp permanece percentualmente inalterada desde 1995 e corresponde a um montante de recursos menor que aquele empregado no período precedente ao decreto de autonomia, em 1989.

Há muito, docentes, estudantes e funcionários vêm denunciando a forçosa necessidade de aumento dos recursos para as três universidades. O reitor da Unicamp e o Conselho Universitário da UNESP manifestaram-se recentemente  pelo aumento do percentual da quota parte do ICMS estadual.

Seguindo a receita do Banco Mundial, consolidada no protocolo de Bologna, a Reitoria da USP — de modo açodado, não transparente e sem nenhuma negociação com a comunidade universitária — propõe  medidas que indicam o início de um processo de desmonte da USP. Desde o começo do ano a administração central promove a desvalorização dos salários de seus servidores e ameaça o regime de dedicação integral à docência e à pesquisa. Agora propõe um plano de demissão voluntária para os funcionários técnico-administrativos e a desvinculação do Hospital Universitário e do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC) da universidade. Além disso, promove uma política de assédio sobre os servidores e efetua cortes de salários, afrontando o direito de greve ao mesmo tempo em que paradoxalmente judicializa o conflito e traz mais uma vez a Polícia Militar para atuar no Campus.

Ao insistir em desqualificar a imagem da Universidade de São Paulo nos meios de comunicação, e ao se recusar a cobrar mais recursos para a sua gestão, o reitor da USP, apoiador e colaborador da gestão Rodas, compactua com o governo Alckmin  e seus interesses privatizantes, de empresariamento da universidade pública, na perspectiva de desobrigar o Estado do adequado financiamento dos direitos sociais.

Por tudo isso lançamos aqui a campanha SOS USP - Em defesa da Universidade Pública, cientes de que a superação dessas dificuldades não ocorrerá sem a devida recomposição salarial dos docentes e funcionários técnico-administrativos, o financiamento adequado da instituição e a democratização de suas instâncias de poder.

Neste momento, lembramos todos aqueles que, ao longo destes 80 anos, contribuíram para a construção da USP, e agradecemos o apoio que nos tem chegado de todas as partes: de associações científicas e sindicais, de deputados e partidos políticos comprometidos com a justiça social, de personalidades acadêmicas, intelectuais e artísticas do Brasil e do exterior. Sua solidariedade nos conforta e nos impele a continuar lutando pela universidade livre e democrática que almejamos.

São Paulo, 2 de setembro de 2014
Diretoria da Adusp
Comissão de Mobilização


Manifesto SOS USP

em defesa da universidade pública

com apoio internacional e nacional.

Em defesa da Universidade pública - S.O.S.  USP

Em 27 de maio deste ano iniciou-se na Universidade de São Paulo (USP) uma greve de docentes e funcionários técnico-administrativos em virtude da não reposição salarial diante de uma inflação anual de aproximadamente 7%. Docentes e funcionários reivindicavam também a abertura das contas da instituição. Isso se deveu sobretudo a grave desequilíbrio financeiro anunciado pela reitoria.

Após essa data a reitoria passou a anunciar, com entrevistas concedidas à imprensa, planos que apontam claramente para o desmonte da universidade: redução do número de docentes que trabalham em regime de dedicação exclusiva ao ensino e à pesquisa e um plano de demissão voluntária de dois mil e oitocentos funcionários técnico-administrativos, neste caso sem nenhum critério que não o de sua faixa etária, atingindo justamente aqueles com mais tempo de serviço e experiência. As contratações de docentes em função das aposentadorias estão suspensas. Além disso, está promovendo corte de bolsas estudantis e de verbas para a pesquisa e para a veiculação de seus resultados. Alguns centros de pesquisa tiveram sua atividade prejudicada ou mesmo interrompida e a cooperação internacional em muitos casos cessou.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, dois importantes hospitais universitários, vinculados ao ensino e à pesquisa, estão com sua atividade seriamente ameaçada. A reitoria propõe seu desligamento da universidade, sem nenhum embasamento nem justificativa academicamente razoável.

Outras atitudes da reitoria, como a punição de grevistas e a recusa a dialogar com a comunidade universitária, bem como com parlamentares representando diversos partidos, estão ocasionando uma crise administrativa e política sem precedentes. Os docentes estão muito apreensivos em relação ao futuro da pesquisa e de suas carreiras, e manifestam também grande preocupação pela forma como a reitoria vem reprimindo o movimento dos trabalhadores da USP.

Nesse momento grave, solidarizamo-nos com os docentes, funcionários e estudantes da USP em luta para impedir o desmanche da universidade de maior projeção científica do país.




Une grève du personnel enseignant et technico-administratif de l'Université de São Paulo (Brésil) a été déclenchée le 27 mai dernier suite au refus de l'administration de compenser l'inflation annuelle d’environ 7%. Enseignants et personnels revendiquent également l’ouverture des comptes de l'institution. Tout ceci résulte du grave déséquilibre financier annoncé par le recteur (équivalent du président d’université).

Depuis lors, le rectorat a annoncé par la presse a plusieurs reprises des plans qui clairement indiquent le démontage de l'Université : réduction du nombre d’enseignants qui travaillent dans un régime exclusif d’enseignement et recherche et un plan de d'émissions volontaires pour 2.800 techniciens et agents administratifs, avec pour seul critère leur âge, frappant ainsi les plus anciens et expérimentés. Le recrutement des enseignants suite à des vacances des nouveaux retraites a été suspendu. Par ailleurs, des bourses destinées aux étudiants et des crédits de recherche ont été coupés. Des centres de recherche ont vu leur activité bloquée et dans plusieurs cas la coopération internationale a été arrêtée.

Deux importants hôpitaux universitaires de soins et de recherche sont menacés. Le rectorat propose leur cession, sans base rationnelle autre que financière. 

Une crise administrative et politique sans précédents a suivi, après la punition des grévistes, des interventions policières répétées, et le refus du dialogue avec la communauté universitaire et même avec des parlementaires de différentes parties politiques. Les enseignants sont très préoccupés par le futur des recherches et de leurs carrières et par la croissante répression contre le mouvement des travailleurs.

Par la présente, nous voulons manifester notre solidarité avec les enseignants, personnels et étudiants de l’Université de São Paulo en lutte pour empêcher la destruction de la plus importante université du pays.


SOS USP!: In Defense of the Public University

Professors and non-academic staff have been on strike at the University of São Paulo (USP) since May 27 in response to a 0% salary increase offer by the University Rector that signifies a 7% salary cut due to inflation. Professors and staff also demand the opening of the books of the institution since the Rector has claimed that the largest public university in South America is in a grave financial crisis. The strikers also demand a thorough democratic reform of the administrative and political structures of the university.

Since the beginning of the strike, the Rector has proposed radical plans in the press that aim to dismantle the university: reduction of the number of professors dedicated full-time to teaching and research and a “voluntary” retirement plan for 2,800 non-academic staff particularly affecting those with the most experience and years of service. Hiring to replace retired professors has been suspended. Moreover, the Rector has drastically cut student scholarships and funding for research. Research institutes have had their activities reduced or interrupted and international exchanges have been ceased in many cases.

To fully understand the gravity of the situation, two important university hospitals, linked to teaching and research, have been seriously threatened. The Rector has proposed that they be transferred from the university to the state health system without any reasonable academic justification.

Other attitudes of the Rectory, such as the repression of strikers and the failure to dialogue with the university community or even with parliamentary representatives from various political parties, has provoked an administrative and political crisis without precedent at the university. Professors and non-academic staff are very apprehensive about the future of their students, research, careers and the university as a whole.

At this grave moment, we, the undersigned, stand in solidarity with the professors, staff and students of the University of São Paulo in their struggle to stop the destruction of Brazil’s first, largest and most important public teaching and research university.


En defensa de la Universidad pública - S.O.S.  USP

El 27 de mayo de este año comenzó, en la Universidad de São Paulo (USP), una huelga de docentes y de personal técnico y administrativo por causa de la no compensación salarial frente a una inflación anual de cerca del 7%. Los docentes y empleados reivindicaban también la apertura pública de las cuentas de la institución. Eso se debió sobre todo al grave desequilibrio financiero anunciado por la rectoría.

Después de esa fecha, la rectoría pasó a anunciar, mediante entrevistas en la prensa, planes que apuntan claramente hacia el desmontaje de la universidad: reducción del número de docentes que trabajan en régimen de dedicación exclusiva a la enseñanza e investigación, y un plan de dimisión voluntaria de dos mil ochocientos técnicos y administrativos, en ese caso sin otro criterio que la franja etaria a la que pertenecen, alcanzando justamente a aquellos con más tiempo de trabajo y experiencia. Los contratos de docentes para cubrir plazas vacantes por jubilación se han suspendido. Además, se promueve la cesación de becas para estudiantes y de partidas presupuestarias para la investigación y para la difusión de resultados. Algunos centros de investigación se encuentran con su actividad perjudicada o incluso parada, y la cooperación internacional, en muchos casos, ha cesado.

Una cabal idea de la gravedad de la situación la da el hecho de que se ve seriamente amenazada la actividad de dos importantes hospitales universitarios, vinculados a la formación y a la investigación. La rectoría propone su desvinculación de la universidad, sin ninguna base ni justificación académicamente razonable.

Otras actitudes de la rectoría, como las sanciones a huelguistas y la negativa a dialogar con la comunidad universitaria, así como con parlamentarios de diversos partidos, están ocasionando una crisis administrativa y política sin precedentes. Los docentes muestran recelo a respecto del futuro de su investigación y de sus carreras, y manifiestan también una gran preocupación por la forma como la rectoría viene reprimiendo al movimiento de los trabajadores de la USP.

En este grave momento, nos solidarizamos con los docentes, técnicos y estudiantes de la USP en su lucha para impedir la desarticulación de la universidad de mayor proyección científica del país.


"In difesa dell'università pubblica - S.O.S. USP"

Lo scorso 27 maggio i docenti e i dipendenti tecnici e amministrativi dell'Università di San Paolo del Brasile (USP) sono entrati in sciopero per il rifiuto dell'amministrazione di adeguare gli stipendi a fronte di un'inflazione annua intorno al 7%. I docenti e il personale tecnico-amministrativo chiedono inoltre la diffusione del bilancio dettagliato dell'università in seguito all'annuncio del rettore di un grave dissesto finanziario dell'ateneo.

A partire da questa data il rettore ha cominciato ad annunciare, attraverso interviste a organi di informazione, misure specifiche e piani strutturali di risanamento che vanno nella direzione di un sostanziale ridimensionamento dell'Università di San Paolo: tra questi citiamo la diminuzione del numero dei docenti a tempo pieno e un programma di dimissioni volontarie di 2.800 tecnici e amministrativi, scelti tra coloro con maggiore anzianità di servizio e, per questo, con maggiore esperienza.

Già attualmente è bloccato il reclutamento di nuovi docenti in sostituzione di colleghi collocati a riposo e sono ridotti finanziamenti alla ricerca e borse di studio a studenti.
Alcuni centri di ricerca hanno visto compromessa la loro attività e collaborazioni internazionali sono state interrotte.

Perfino due importanti policlinici universitari, che svolgono anche attività didattica e di ricerca, vedono seriamente minacciata la loro esistenza. Il rettore propone infatti il loro svincolamento dall'università senza presentarne una giustificazione che non sia la riduzione dei costi.

È in atto una crisi amministrativa senza precedenti, aggravata dal rifiuto del rettore al dialogo con la comunità universitaria e con esponenti del mondo politico e dalla sua richiesta di sanzioni nei confronti del personale in sciopero.

I docenti dell'Università di San Paolo vivono il momento con grande difficoltà e preoccupazione.

Di fronte alla gravità della situazione esprimiamo la nostra solidarietà ai docenti, al personale tecnico-amministrativo e agli studenti dell'Università di San Paolo, in lotta per impedire la destrutturazione del più importante centro di ricerca scientifica del paese.

Apoio Internacional

Elvira Narvaja de Arnoux, Profesora Titular, Universidad de Buenos Aires, Argentina

Michael Burawoy, Professor of Sociology, University of California, Berkeley, Estados Unidos

Abril Trigo, Distinguished Humanities Professor, Director of the Center for Latin American Studies, The Ohio State University, Estados Unidos

Peter Evans, Professor of Sociology, University of California, Berkeley, Estados Unidos

Tithi Bhattacharya, Professor of History, Purdue University, Estados Unidos

José del Valle, Professor of Hispanic and Luso-Brazilian Literatures and Languages,
The City University of New York (CUNY), Estados Unidos

Bryan D. Palmer, Senior Canadá Research Chair, Trent University, Fellow of the Royal Society of Canadá, Canadá

Raquel Varela, Instituto de História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa, Portugal

Mike Gonzalez, Emeritus Professor of Latin American Studies, University of Glasgow, U.K.

Michel Vakaloulis, Professeur de Sciences Politiques, Université Paris 8, França

John Parrington, University Lecturer in Cellular & Molecular Pharmacology, University of Oxford, UK

Paul Le Blanc, Professor of History, LaRoche College, Pittsburgh, Estados Unidos

Roberto Vecchi, Professor titular, Universidade de Bolonha, Itália

Paul Boufartigue, Directeur de Recherche en Sociologie CNRS, Université Aix-Marseille, França

Sabine Schlickers, Professora titular, Universidade de Bremen, Alemanha

Regina Célia Pereira da Silva, docente de Língua e Cultura Portuguesa do Dipartimento di Studi Linguistici, Letterari e Comparati da Università degli Studi di Napoli l’Orientale, Itália

Ángela Lucía Di Tullio, Instituto de Filología, Universidad de Buenos Aires, Argentina

Jurandir Malerba, Cátedra Sérgio Buarque de Holanda, Universidade Livre de Berlim, Alemanha

Sílvia Aparecida Nauroski de Irrgang, Graduada e Mestre pela USP, recém-doutora pela Universidade Livre de Berlim

Osvaldo Javier López-Ruiz, Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Universidad Nacional de Cuyo, Argentina

Colin Gordon, Independent Scholar, Oxford, U.K.

Christabelle Sethna, Associate Professor, Institute of Feminist and Gender Studies/Faculty of Health Sciences, University of Ottawa, Canadá 

Nancy Kwak, Associate Professor, Department of History, University of California, San Diego, Estados Unidos

David Camfield Associate Professor, Labour Studies & Sociology, University of Manitoba, Canadá

Rita Olivieri-Godet, Unviersité de Rennes 2 e membro sênior do L’institut universitaire de France (IUF), França

Jacqueline Penjon, Profa emérita, Université de la Sorbonne Nouvelle-Paris3, França

Pedro Schacht Pereira, Associate Professor of Portuguese and Iberian Studies, Department of Spanish and Portuguese, The Ohio State University, Estados Unidos

Claire Ceruti, Research Chair in Social Change, University of Johannesburg, South Africa

Gerry Mooney, Professor, Social Policy and Criminology, Open University, UK

Lisa Voigt, Associate Professor of Spanish and Portuguese, Director of Graduate Studies, Department of Spanish and Portuguese, The Ohio State University

John Baranski, Associate Professor of History and Gender and Women's Studies
Fort Lewis College, United States

Patricio Lepe-Carrión, investigador Núcleo Milenio Centro de Investigación en Educación en Contexto Indígena e Intercultural (CIECII), Universidad Católica de Temuco, Chile

Amanda Latimer, Professor of Politics and International Relations, Kingston University, U.K.

Maria de Deus Manso, Professora, Universidade de Évora, Portugal

Estela Klett, Profesora titular de Francés, Universidad de Buenos Aires, Argentina

Paul Melo e Castro, Lecturer in Portuguese Studies, School of Languages, Cultures and Societies, University of Leeds, U.K.

Helena Buescu, Centre for Comparative Studies, Universidade de Lisboa, Portugal

Daniel Pires, Director do Centro de Estudos Bocageanos, Setúbal, Portugal

Annalee Lepp, Chair, Department of Gender Studies, University of Victoria, Canadá

Bill V. Mullen, Professor of English and American Studies, Purdue University, Estados Unidos.

Leonor Acuña, Profesora y consejera directiva de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires, Argentina
Devi Sacchetto, Department of Philosophy, Sociology, Education and Applied Psychology, University of Padova, Itália

Francesca Vianello, Dipartimento di Filosofia, Sociologia, Pedagogia e Psicologia
Applicata, Università di Padova, Itália

Christian G. De Vito, Research Associate, University of Leicester, U.K.
Honorary Fellow - International Institute of Social History, Amsterdam, The
Netherlands

Cynthia Comacchio, Professor, Department of History, Wilfrid Laurier University, Canadá

Rob Kristofferson, Professor, Department of History, Wilfrid Laurier University, Canadá

Stephen Pender, Associate Professor, English, University of Windsor, Canadá

Stephen D'Arcy, Associate Professor, Department of Philosophy, Huron University College, Canadá

Paul Kellogg, Professor of Interdisciplinary Studies, Athabasca University, Canadá

Sandra Ataíde Lobo, Investigadora, pós-doutoranda, Centro de História da Cultura, FCSH/Universidade Nova de Lisboa, Portugal

Elise Chenier, Associate Professor of History, Simon Fraser University, Canadá

Alan Sears, Professor of Sociology, Ryerson University, Toronto, Canadá

Peter Cole, Professor of History, Western Illinois University, Estados Unidos

Joel Harden, Instructor, Dept of Law and Legal Studies, Carleton University, Canadá
Nathan Zeichner, PhD Candidate, History, New York University, Estados Unidos
Sébastien Antoine, PhD Candidate, Sociology-Anthropology - Université de Louvain,  Belgium

Nate Millington, PhD Candidate, Department of Geography, University of Kentucky, Estados Unidos

Teresa Bueno Schoen, doutoranda da Universidade Livre de Berlim, Alemanha

Liliana Bordet, doutoranda da Universidade Livre de Berlim, Alemanha

Frederico Santos Soares de Freitas, PhD candidate, Stanford University, Estados Unidos

Ryan James, Phd candidate, Anthropology, York University, Canadá

Bernardo Barros, PhD candidate, Graduate School of Arts and Sciences, New York University, Estados Unidos.

George Souvlis, Ph.D. student, Department of History, European University Institute, Florence, Italy

Apoio Nacional:
Paulo Arantes, Professor de Filosofia (aposentado), USP

Otília Arantes, Professora de Filosofia (aposentada), USP

Flávio Ribeiro de Oliveira, Diretor Associado- IEL, UNICAMP

Lauro José Siqueira Baldini, Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP

Márcio Seligmann-Silva, professor livre-docente UNICAMP

Luiz B. L. Orlandi, Prof. Titular de Filosofia, UNICAMP

Suzi Frankl Sperber, Prof. Titular aposentada, UNICAMP

Peter Pal Pelbart, Professor Titular  de Filosofia, PUC-SP

Isabel Loureiro, Professora aposentada, UNESP

Antonio Lopes Padilha, Pesquisador Titular, Instituto Nacional de Pesquisas Espacias,  INPE

Emerson E. Merhy, Professor Titular de Saúde Coletiva, UFRJ

Alexandre Pilati,  Instituto de Letras, Universidade de Brasília

Odil José de Oliveira Filho, Professor Aposentado UNESP/Assis

Marcos Siscar, Professor Associado, UNICAMP

Silvia Viana, Departamento de Fundamentos Sociais e Jurídicos, FGV-SP

Corinta Maria Grisolia Geraldi, Professora, Faculdade de Educação, UNICAMP

Eduardo Sterzi, Professor, IEL, UNICAMP

Raphael Nunes Nicoletti Sebrian, Professor de História da América, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG)

Vera Lucia de Albuquerque Sant’Anna, Professor Associado, Instituto de Letras, UERJ

Suzy Lagazzi, Professora, IEL, UNICAMP

Zuleide Fernandes de Queiroz, Departamento de Educação da URCA, Ceará

Ivan da Costa Marques, Professor, História das Ciências e das Tecnologias, UFRJ

Maria Nazareth Soares Fonseca, Professora, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)

Monika Dowbor, Pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap)

Yara Frateschi Vieira, Profa. Aposentada, UNICAMP

Ana Laura dos Reis Corrêa, Professora, UNB

José Carlos Siqueira, Professor Adjunto de Literatura Portuguesa, UFC, Fortaleza 

Maria Suzana Moreira do Carmo, Instituto de Letras e Linguísticas (ILEEL), Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
  
Geraldo Andrello, Depto de Ciências Sociais, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

JOSÉ ARLINDO DOS SANTOS, Fundação Universidade do Tocantins - UNITINS

Maria Sílvia Rodrigues Alves, Professora, Uni-FACEF

Jorgelina Tallei, Professora do Magisterio Superior, UNILA

Edson Teles, Professor de Filosofia, Unifesp

Ariel Novodvorski, Professor, Universidade Federal de Uberlândia

Vera Maria Chalmers, Profa. Livre-Docente aposentada, UNICAMP

João Wanderley Geraldi, Professor Titular aposentado, UNICAMP

Alvaro Bianchi, Professor Livre-docente, Departamento de Ciência Política da Unicamp e diretor do Arquivo Edgard Leuenroth.
Denise Vitale, Professora, Universidade Federal da Bahia

Leiva de Figueiredo Viana Leal, Prof. Doutora em Educação , aposentada da UFOP/MG e professora colaboradora do grupo NETII, da UFMG/MG.

Sandra Amélia Luna Cirne de Azevedo- UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA- Campus I - João Pessoa – PB

Ivan Rodrigues Martin - Professor do Departamento de Letras - Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
Diógenes André Vieira Maciel, Universidade Estadual da Paraíba

Alexandrina Luz Conceição- Universidade Federal de Sergipe.

Décio Rocha, Professor Associado, UERJ

Regina Laisner, Professora da UNESP Franca

Tânia Mara Pereira Vasconcelos, Professora da UNEB, doutoranda em História pela UFF.

Profa. Dra. Suzana Severs, Professora, Uneb 

Ana Lúcia Ferraz, Departamento de Antropologia, UFF

Vitor Bartoletti Sartori, Professor Doutor de Ciência Política e Teoria do Estado, Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo.

Maria del Carmen Fátima González Daher, Professora, Universidade Federal Fluminense/UFF)

Alexandre de Oliveira Torres Carrasco, Professor Adjunto, UNIFESP

Deborah Antunes, Profa. Adjunta. Psicologia Social. Universidade Federal do Ceará, campus Sobral.

Leandro Pasini, Professor Adjunto, UNIFESP

Marisa Silva Amaral, Professora Adjunta, IE/UFU.

Gustavo José de Toledo Pedroso, Professor de Filosofia na FCHS/UNESP

Maria Cristina Longo Cardoso Dias, Professora de Filosofia, UFRN

Ana Marcia A Siqueira, Professora, Departamento de Literatura, Universidade Federal do Ceará

Simone de Souza Lima, Doutora em Letras pela USP, Docente/pesquisadora da Universidade Federal do Acre

Guilherme Nery Atem, Professor, Universidade Federal Fluminense

Manoel Dourado Bastos. Doutor em História pela Unesp de Assis. Professor Adjunto da Universidade Estadual de Londrina

Alai Garcia Diniz, Prof. da Universidade Federal de Santa Catarina e da UNILA- Univ. da América Latina(PVS-CAPES)

Tatiana de Amorim Maranhao, Professora, Faculdades de Campinas, FACAMP 

Jose Cesar de Magalhaes Jr., Professor,  Faculdades de Campinas, FACAMP

Ana Cristina Nassif Soares, Professora de Psicologia, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, UNESP - Franca.

Graciela Foglia, Prof. Adjunto III, UNIFESP

Eliane Costa, Psicóloga e Doutora pela Usp, Professora, UFFR

Flávia Nascimento Falleiros, Professora de Teoria Literária, UNESP

Lizandra Serafim, Profa. Adjunta do Depto de Tecnologia e Gestão, Universidade Federal da Paraíba -UFPB.

Valéria Silveira Brisolara, PPGL, UniRitter,  Porto Alegre

Raimundo Nonato Pereira Moreira, Professor de História Contemporânea da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Alex Calheiros, Professor de Filosofia, UnB

Priscila Gomes Correa - Profa Adjunta DCH-Campus V - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)


Silvio Rosa Filho, Professor de Filosofia, UNIFESP

Júlia Moretto Amâncio, Professora Adjunta da Universidade Federal de Lavras e presidente da ADUFLA - Associação dos Docentes da UFLA.

Luciana Tatagiba, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, NEPAC/UNICAMP

Célia Tavares – Professora, UERJ/FFP.

Gilberto Tedeia, professor de filosofia da UnB

Hermenegildo Bastos, Professor Titular, Universidade de Brasília.

Maria Cecília Almeida, Professora de Filosofia, UnB.

Barbara Ramacciotti, Doutora em Filosofia FFLCH-USP, Profa. UMC.

Ricardo Ribeiro Rodrigues, Prof. Titular, ESALQ/USP

Ligia Chiappini Moraes Leite, USP/ Univ. Livre de Berlim

Adma Muhana - Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, USP

Adrián Pablo Fanjul, Departamento de Letras Modernas, USP

Ana Fani Alessandri Carlos, Departamento de Geografia, USP

Ana Paula Pacheco, Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada, USP

Carlos Zeron, Departamento de História, USP

Cilaine Alves Cunha, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, USP

Cristina Pietraroia, Departamento de Letras Modernas, USP

Daciberg Lima Goncalves, Professor Instituto de Matemática e Estatística, USP

Edu Teruki Otsuka, Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada, USP

Everaldo de Oliveira Andrade, Departamento de História, USP

Helder Garmes, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, USP

Henrique Carneiro, Departamento de História, USP

João Adolfo Hansen - Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas – USP

Jorge Grespan - Departamento de História – USP

Jorge Luiz Souto Maior – Professor Livre Docente da Faculdade de Direito – USP

Leila Hernández – Departamento de História – USP

Lincoln Secco – Departamento de História – USP

Luiz Bernardo Pericás - Departamento de História – USP

Luiz R. Martins – Departamento de Artes Plásticas – ECA-USP

Maite Celada – Departamento de Letras Modernas – USP

Manoel Fernandes de Sousa Neto – Departamento de Geografia – USP

Marcos Antônio Silva - Departamento de História – USP

Maria Silvia Betti – Departamento de Letras Modernas – USP

Mauricio Cardoso - Departamento de História – USP

Osvaldo Coggiola - Departamento de História – USP

Paula Marcelino - Departamento de Sociologia – USP

Ricardo Musse - Departamento de Sociologia - USP

Rodrigo Ricupero - Departamento de História – USP

Ruy Braga - Departamento de Sociologia – USP

Sean Purdy - Departamento de História - USP

Valeria De Marcos – Departamento de Geografia – USP

Wagner Costa Ribeiro – Departamento de Geografia – USP

Zilda Márcia Grícoli Iokoi - Departamento de História – USP

Pierluigi Benevieri, IME-USP

Rosangela  Sarteschi, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, FLLCH, USP

Ivã Gurgel, Instituto de Física, USP

 Waldir Beividas, Linguística, USP
 
Marcio Moretto Ribeiro, Professor, EACH-USP
 
Bia Raposo, Linguística, USP
 
Marta Inez Medeiros Marques, Departamento de Geografia, USP
 
Fabiana Jardim, Faculdade de Educação, USP

Kimi Tomazaki, Faculdade de Educação, USP

Suzana Salem Vasconcelos, Instituto de Física, USP

Lucilia Daruiz Borsari, Instituto de Física, USP
Bete Franco, Obstetrícia, EACH-USP
 
Elisabetta Santoro, Departamento de Letras Modernas, USP

Tércio Redondo, Departamento de Letras Modernas, USP

Cristina Wissembach, Departamento de História, USP
Daniel Rossi Nunes Lopes, DLCV-FFLCH, USP
Pablo Ortellado, Professor, EACH-USP

Fabio Cesar Alves, Professor Literatura Brasileira, FFLCH-USP

George Bernard Sperber, Docente aposentado, USP

Francisco Alambert, Departamento de História, USP

Tessa Moura Lacerda, Profa. do Departamento de Filosofia,  USP

Christian Ingo Lenz Dunker, Professor Titular, Instituto de Psicologia, USP

Jean Pierre Chauvin (Professor de Cultura e Literatura Brasileira: Colônia, Império, República), ECA-USP.

Maria Zulma M. Kulikowski- DLM- FFLCH- USP

Elizabeth Araújo Lima - FFTO – FMUSP

B. Boris Vargaftig, Professor Coloborador, ICB-USP

Neide Rezende- Professora, FE-USP


Pós-Graduandos

Carolina Amaral de Aguiar, Doutora em História Social, Pós-doutoranda em Cinema ECA/USP

Débora Firmiano dos Santos, Departamento de Filosofia, USP

Agenor Bevilaqua Sobrinho, Doutorando em Artes Cênicas, ECA-USP





MANIFESTO DOS PROFESSORES DE ARTES CÊNICAS DA ECA-USP
LIDO EM 02 DE SETEMBRO,
 À PORTA DA REUNIÃO DO CO (CONSELHO UNIVERSITÁRIO)

2.
MANIFESTO DOS PROFESSORES DO
DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS DA USP

Os professores do Departamento de Artes Cênicas da USP, em greve há três meses, vêm trazer a público sua preocupação com a crise das universidades públicas de São Paulo.  O Prof. Dr. Marco Antonio Zago, reitor da USP, tem veiculado na imprensa uma série de inverdades e mantido uma postura autoritária e centralizadora frente à crise. Os dados oficiais, extraídos dos anuários estatísticos da USP, demonstram que, nos últimos 25 anos, houve uma expansão superlativa da universidade em todos os níveis, na criação de novos cursos e no número de alunos, na Graduação e Pós-Graduação. Esta ampliação, contudo, não foi acompanhada do necessário aumento do número professores e funcionários. Pelo contrário, houve um incremento tímido de docentes e, no caso dos funcionários, uma diminuição. Portanto, atribuir à remuneração destas categorias a culpa pela situação financeira atual é equivocado e irresponsável.

Diante disso, exigimos a abertura completa das contas da USP, uma auditoria que analise profundamente a gestão anterior do reitor João Grandino Rodas, responsável direta pela situação atual, e uma postura de diálogo por parte da reitoria, como deveria convir às relações na Universidade, para que a crise atual seja enfrentada e superada de maneira democrática, consistente e definitiva.

Manifestamos aqui nosso apoio aos docentes, funcionários e alunos das três universidades paulistas, em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade.



3.
Vídeo do debate acontecido no IF da USP,
sobre o HU e o plano de demissão voluntária

Vídeo do debate acontecido no IF da USP, sobre o HU e o plano de demissão voluntária, diante de um auditório lotado. Imperdível para quem deseja realmente discussões documentadas em dados. Também é útil para avaliar a coerência e consistência do que a reitoria propõe. O que o Conselho Universitário escuta não é nada mais fundamentado do que isso. No entanto, muitos votam por disciplina partidária, em vez de abrir-se a pensar no interesse público:










Confira também:





























Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.

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