quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Fábricas de diplomas, rentistas e vice-versa. Verba pública apenas para escola pública




Fábricas de diplomas, rentistas e vice-versa.
Verba pública apenas para escola pública



Gama Filho e UniverCidade
Pontas do iceberg de uma esculhambação
 


Gama Filho e UniverCidade são pontas do iceberg.

MEC deve extinguir dezenas (ou centenas?) de instituições semelhantes, não alimentá-las com bolsas e recursos públicos.

Escolas, faculdades e universidades caça-níqueis deveriam indenizar seus alunos, não cobrar mensalidades.

Regulamentação rigorosa e concreta com participação da sociedade; acompanhamento e reavaliações; inibir arapucas e desampará-las das bênçãos governamentais.

Aliás, por que os privatistas profissionais, que enriqueceram com as políticas de privatização selvagem, não protestam contra a ineficiência dessas instituiçõee particulares, ou seja, armadilhas travestidas de universidades?

Há vários tipos de rentistas.

Por exemplo, as fábricas de diplomas que recebem recursos públicos ("bolsas" de diversos nomes) para enriquecimento de seus proprietários. Até mesmo instituições reprovadas pelo MEC recebem graciosamente subsídios e alimentam o descalabro do ensino.

Urge a regulamentação do imposto sobre as grandes fortunas, para trazer recursos para o atendimento da maioria dos brasileiros.

Ademais, a destinação de verbas públicas apenas para escolas públicas é profilática para impedirmos a ganância dos barões da educação em sorver o esforço do país.




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