sexta-feira, 24 de maio de 2013

Linhas de Nazca e as pirâmides: teorias de Erich von Däniken - crentes e não crentes


Linhas de Nazca e as pirâmides: teorias de Erich von Däniken - crentes e não crentes


Trabalhadores escravizados

Atribuir a construção das linhas de Nazca ou as pirâmides a extraterrestres ou deuses parece ser uma atraente teoria. É cômoda e não requer exames mais detalhados a respeito. Entretanto, ao examinarmos segundo critérios científicos tais questões, verificaremos que para ser executadas obras dessa magnitude milhares de operários foram destacados para produzir em condições precárias e desumanas.

A exploração de escravos proporcionou aos antigos impérios obras monumentais. As determinações de reis e imperadores foram empreendidas a custa de severas crueldades e abusos a centenas de milhares de trabalhadores, auxiliados por troncos e roldanas, para deslocarem rochas de dezenas de toneladas.

Parece ser difícil apreciar os grandes monumentos sem ao mesmo tempo reconhecer a forma pela qual foram construídos.

Apesar disso, as explicações mais simples são as mais plausíveis. Deixemos de lado extraterrestres e deuses, assim poderemos enfrentar nossos próprios problemas, pois sabemos que solucioná-los depende de nós mesmos.



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Quem sou eu?

Eu sou uma pessoa que gosta de pensar.

Por quê?

Eu costumo tomar decisões objetivamente.

Se eu não fizer a minha escolha com base na lógica, eu me estranho.

Várias pessoas fazem o mesmo.

Outros têm comportamento diferente.

Por exemplo: as pessoas estão mais concentradas em suas escolhas, portanto, elas podem agir por valores que não são necessariamente apreciados por todos.

Quando tomamos uma decisão, somos confrontados com muitas alternativas. Qual é a melhor? Talvez haja mais de uma resposta para cada pergunta. Mas nós escolhemos de acordo com nossas variáveis ​​e procuramos filtrar o que parece ser mais apropriado.

Outras pessoas criam formas que não são como as nossas. No entanto, as consequências também são percebidas de maneiras diferentes.

Assim, cada ato tem seus códigos, valores e aspirações.

O que devemos fazer é assumir a responsabilidade por nossas decisões, ações e corrigi-las quando necessário.

Nós mudamos com o tempo e com nossas experiências.


Quem muito se evita, se convive


Quem muito se evita, se convive


Guimarães Rosa

"Quem muito se evita, se convive." Disse Guimarães Rosa.

Quando ansiamos muito por alguma coisa, sem que avaliemos detidamente seu significado, é possível que venhamos a nos equivocar.

Muitas opções realizadas de forma açodada, sem pensar, resultam problemáticas.

Por isso, devemos evitar o comportamento precipitado. A prática nos ensina que as consequências são desfavoráveis na maioria das vezes quando não analisamos bem as opções.

Nossas escolhas não podem se converter em uma loteria. Daí a importância da serenidade para não lamentarmos posteriormente.



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As pessoas gostam de criar explicações complexas para as coisas simples.

Quando não sabem as razões: inventam espíritos, deuses e outros seres sobrenaturais para preencher o vazio daquilo que elas enxergam como “sem sentido”.

Talvez fosse mais promissor procurar a racionalidade.

Longe de absurdos e crendices disparatadas.

Observando e compreendendo a lógica e o funcionamento do mundo.

Sem prestidigitação.

Apenas com o raciocínio.

Podemos conhecer a realidade sem escondê-la em confusas alegações.