segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Acontecimentos e sua divulgação na imprensa




Acontecimentos e sua divulgação na imprensa



Lei de Meios, já!


Vejam a matéria publicada no site do DCE com esclarecimentos importantes sobre o ataque ao Espaço de Vivência na madrugada do dia 08 de novembro:

http://www.dceusp.org.br/2013/11/nota-do-dce-sobre-o-ataque-ao-espaco-de-vivencia-do-dce-e-da-apg-na-madrugada-do-dia-08112013/

A mídia, entretanto, está noticiando como se se tratasse de uma depredação na reitoria sem dizer, por exemplo, que o centro de convivência invadido foi o do DCE e da APG:

http://noticias.terra.com.br/educacao/festa-na-usp-termina-em-vandalismo-neste-sabado,000f12c2fdd32410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html


Nota do DCE sobre o ataque ao espaço de vivência do DCE e da APG na madrugada do dia 08/11/2013
Na madrugada da última sexta feira, participantes de uma festa auto intitulada “Atentado à moral e aos bons costumes” entraram no espaço de vivência pertencente ao DCE-Livre da USP e à APG. O espaço, atualmente, está fechado, em processo final de reforma, a partir do qual a reitoria da universidade tem o dever de devolvê-lo aos estudantes. Em sua ação, os participantes da festa, arbitrariamente, quebraram portões e vidros e queimaram móveis e objetos que estavam dentro do espaço.

O DCE defende a liberdade dos estudantes da USP em se organizarem autonomamente, realizando reuniões, manifestações e festas. Os campi da universidade devem ser espaços de produção acadêmica, cultural e política para a comunidade universitária e para toda a sociedade.

Entretanto, repudiamos a atitude dessa madrugada. Para nós, o movimento estudantil deve funcionar de maneira democrática, sempre respeitando a opinião dos estudantes. A ação dessa noite, ao contrário, não foi discutida ou aprovada em qualquer espaço do movimento estudantil. Ao contrário, ela desrespeita o sentido de nossas deliberações coletivas, que delimitam a ação política como nosso foco, com o objetivo de ganhar a opinião pública dentro e fora de nossa universidade para nossas pautas, sem danificação do patrimônio da universidade e dos estudantes.

Esclarecemos que não somos organizadores e tampouco concordamos com o que se passou nesta madrugada.

Desde o dia 01 de outubro, estudantes da USP protagonizam uma forte luta pela democratização da universidade. Estamos há mais de um mês em greve e ocupando a reitoria. O DCE da USP esteve em todo esse processo.

Nosso movimento é amplo e democrático. Nele há espaço para diversas opiniões. Os grupos que fazem oposição à atual gestão do DCE, Não Vou me Adaptar, têm todo o direito de expôr e disputar suas opiniões. Tanto é assim que, na última assembleia geral, a opinião do DCE não foi majoritária e ainda assim nossa entidade respeita as decisões coletivas.

Atitudes como a desta madrugada, pelo contrário ferem a possibilidade democrática de as diferentes opiniões serem debatidas e avaliadas livremente pelos estudantes. Aqueles que atacaram a sede do DCE e da APG o fizeram às costas do movimento e em ação individual.

Avaliamos também que o ataque ao espaço do DCE, além de antidemocrático, é um erro político. Esse tipo de ação, ao invés de aproximar os estudantes e permitir o crescimento do movimento – desejo daqueles que votaram pela manutenção da greve e da ocupação – diminui nosso alcance e dá argumentos à reitoria e à polícia contra nós.

O movimento estudantil da USP quer construir uma universidade melhor. É isso que defendemos em nossos atos, debates e assembleias. A ação ocorrida na madrugada fortalece uma visão errada sobre nós, distante das nossas verdadeiras intenções. Por isso, somos contrários a ela.

O DCE Livre da USP se mantém na luta por democracia na universidade. Vamos unir democraticamente o movimento para construir essa importante luta! Por isso, defendemos a democracia de nossos fóruns e o fortalecimento da nossa entidade!





A mídia, entretanto, está noticiando como se se tratasse de uma depredação na reitoria sem dizer, por exemplo, que o centro de convivência invadido foi o do DCE e da APG:

http://noticias.terra.com.br/educacao/festa-na-usp-termina-em-vandalismo-neste-sabado,000f12c2fdd32410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Festa na USP termina em vandalismo neste sábado


Uma festa terminou em depredação na madrugada deste sábado na Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste da capital paulista. Segundo informações do SPTV, equipamentos de informática e centrais telefônicas do campus, próximo ao diretório acadêmico, foram levados após a festa. A universidade informou que o centro de convivência também foi invadido. 

No início da manhã, foram registrados atos de vandalismo. Um carro da universidade e um ponto de ônibus foram pichados. Um dos portões do prédio da guarda universitária foi acorrentado e uma fogueira com materiais da própria universidade foi feita em frente ao local. 

Segundo informou a Polícia Militar, foi constatado o consumo de drogas na festa, mas não houve registro de furto de equipamentos do local. 

Ocupação na reitoria
A ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo foi feita no dia 1º de outubro como forma de protesto pelo modelo de escolha do reitor da universidade. Um dos pontos mais criticados por alunos e funcionários é a lista tríplice, sistema pelo qual os nomes dos três candidatos mais votados são enviados ao governador do Estado, que decide quem será o reitor. Os alunos também cobram paridade entre eleitores na escolha do reitor. Atualmente, o pleito ocorre por meio de colégios eleitorais - representados majoritariamente por professores titulares. 

Eles ainda criticam a presença da Polícia Militar dentro do campus da universidade e exigem que a segurança dos alunos seja feita por uma guarda comunitária. 

Após a USP entrar com um pedido de reintegração de posse do prédio, a Justiça determinou a realização de uma audiência de conciliação entre alunos, funcionários, professores e representantes da universidade na semana passada. Como não houve acordo, foi estabelecido um prazo de 60 dias para que a reitoria e os manifestantes estabeleçam o diálogo.


Participe da Enquete (no alto, à direita):


Jornais que apoiaram a ditadura militar de 1964, emprestando seus carros para que vítimas do regime fossem levados ao DOI-Codi, onde seriam torturados, devem ser punidos?


Seus donos devem prestar contas à Comissão da Verdade?





Confira também:


Opinião do DCE-USP sobre os próximos passos do movimento estudantil

Um jornal a serviço dos EUA - 3

Um jornal a serviço dos EUA – 2

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Folha da Oligarquia - Um jornal a serviço do capital

A Catástrofe do Sucesso - Tennessee Williams - On A Streetcar Named Success - by Tennessee Williams

Relações da Folha de S. Paulo com o regime militar

A verdade segundo a Folha.
E você ainda acredita no Datafolha? Você é inacreditável!

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