quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Quais as maneiras de matar mais frequentemente adotadas pelos EUA?



Quais as maneiras de matar mais frequentemente adotadas pelos EUA?



Obama é aluno da Escolinha de George Bush.
Escolinha Imperialista® TM


1. Enfiar um punhal no ventre de países. A utilização da espionagem despudorada (a anulação da soberania alheia) facilita conhecer as regiões mais sensíveis e fatais para aplicar os golpes (dívidas internas e externas, todas eternas!).

2. Remunerar “especialistas em economia” para dizerem na mídia quais são as melhores medidas a serem adotadas, desde que elas atendam aos interesses dos EUA.

3. Privar de pães insurgentes anticapitalistas.

4. Financiar Pinochets e fantoches de diversos gêneros que entregam a riqueza nacional, independente de como trucidam seus povos (“efeitos colaterais”).

5. Não cuidar quando as vítimas do império norte-americano ficam doentes por adotarem programas, medidas econômicas e remédios amargos (receitados por agências dos EUA e congêneres) e contrários à saúde do país e de seus habitantes. E até mesmo espalhar doenças de laboratório para atribuir à natureza a “fatalidade”. Ou comparecer com a vacina “salvadora da humanidade”, a “preços justos”, pelas mesmas farmacêuticas que produziram e difundiram a peste.

6. Matar pelo trabalho em longas e exaustivas jornadas diárias. Garante produtos baratos nas prateleiras das lojas dos EUA e associados.

7. Conduzir ao suicídio os recalcitrantes, pois não se dobram à ideologia ianque.

8. Levar à guerra quem não tem condições de combate (outrora, como hoje, chama-se covardia!). A assimetria de forças garante uma vitória fácil, levanta o moral das tropas, torna mais barato o combate. Não que isso impeça os superfaturamentos, fundamentais para financiar anseios de toda a rede (industrial, comercial, midiática etc.) envolvida na tarefa de fazer o público acreditar que o dispêndio de recursos é por uma “boa causa”.

9. Lançar mísseis Tomahawk, antes que percam o prazo de validade (e ameaçar desempregar operários da indústria bélica).

10. Depois da ocupação dos países (com ricas e imensas reservas de petróleo, minérios, agrícolas etc.), implementar um engenhoso programa econômico de transferência dos referidos recursos para contas daqueles que serão retribuídos pela sua “luta de libertação” (banqueiros, indústrias armamentistas e setores de serviços etc. dos EUA; sem esquecer, é claro, das migalhas a se deixar nos protetorados para os títeres que promoverão a “democracia ocidental”.



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