domingo, 4 de agosto de 2013

Propinoduto do Tucanato Paulista - Taxa de 30% Corrupção poliglota


Propinoduto do Tucanato Paulista
Taxa de 30%
Corrupção poliglota

Mudanças no Brasil:
PIG não consegue blindar
escândalos de trens e Metrô em São Paulo


Corrupção poliglota

Alstom - francês
Bombardier canadense - francês e inglês
CAF- espanhol
Mitsui - japonês
Siemens - alemão
Temoinsa chilena – espanhol
Dinheiro na Suíça - alemão, francês, italiano e o romanche
Dinheiro em Liechtenstein – alemão
Dinheiro nas Ilhas Virgens – Inglês, espanhol e crioulo
Linguagem em comum - Privataria Tucana


Folha de S. Paulo hoje (há 20 anos) apoia tucanos.

Agora, a Folha de S. Paulo, após silêncio cúmplice de 20 anos, diz haver suspeitas contra o PSDB no escândalo bilionário de trens e Metrô denunciado pela Siemens.

Quem quer ser bem informado, de verdade, deve procurar outras fontes de informação.

Ou continuar como a Folha. Que faz vistas grossas para os desvios e corrupções do PSDB.

E ainda tem gente cega achando que na época da ditadura era melhor.

Ah, sim. A Folha também apoiou a ditadura.

Folha de S. Paulo apoiou a ditadura militar. Inclusive materialmente.




O PAPEL NA DITADURA, segundo a própria Folha.

A Folha apoiou o golpe militar de 1964, como praticamente toda a grande imprensa brasileira. Não participou da conspiração contra o presidente João Goulart, como fez o "Estado", mas apoiou editorialmente a ditadura, limitando-se a veicular críticas raras e pontuais.

Confrontado por manifestações de rua e pela deflagração de guerrilhas urbanas, o regime endureceu ainda mais em dezembro de 1968, com a decretação do AI-5. O jornal submeteu-se à censura, acatando as proibições, ao contrário do que fizeram o "Estado", a revista "Veja" e o carioca "Jornal do Brasil", que não aceitaram a imposição e enfrentaram a censura prévia, denunciando com artifícios editoriais a ação dos censores.

As tensões características dos chamados "anos de chumbo" marcaram esta fase do Grupo Folha. A partir de 1969, a "Folha da Tarde" alinhou-se ao esquema de repressão à luta armada, publicando manchetes que exaltavam as operações militares.

A entrega da Redação da "Folha da Tarde" a jornalistas entusiasmados com a linha dura militar (vários deles eram policiais) foi uma reação da empresa à atuação clandestina, na Redação, de militantes da ALN (Ação Libertadora Nacional), de Carlos Marighella, um dos 'terroristas' mais procurados do país, morto em São Paulo no final de 1969.

Em 1971, a ALN incendiou três veículos do jornal e ameaçou assassinar seus proprietários. Os atentados seriam uma reação ao apoio da "Folha da Tarde" à repressão contra a luta armada.

Segundo relato depois divulgado por militantes presos na época, caminhonetes de entrega do jornal teriam sido usados por agentes da repressão, para acompanhar sob disfarce a movimentação de guerrilheiros. A direção da Folha sempre negou ter conhecimento do uso de seus carros para tais fins.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha90anos/877777-os-90-anos-da-folha-em-9-atos.shtml




Rede Globo não aguenta a pressão da internet (blogueiros "sujos")
e escândalo do PSDB invade Jornal Nacional


Incêndio criminoso destruiu papéis do Metrô

9 bandidos invadiram depósito com 15 mil caixas de documentos da companhia, roubaram computadores e atearam fogo ao local

04 de dezembro de 2012 | 2h 07

BRUNO RIBEIRO - O Estado de S.Paulo
As 15 mil caixas de documentos que o Metrô de São Paulo perdeu em junho foram queimadas durante um incêndio criminoso. Na ação, um grupo de nove pessoas armadas invadiu a empresa que armazenava os papéis e roubou computadores. Antes de deixarem a empresa, os ladrões atearam fogo ao depósito.
A perda dos documentos foi noticiada pelo Estado na edição de sábado. Os papéis - contratos assinados entre 1977 e 2011, relatórios sobre falhas técnicas e documentos contábeis - constavam de um edital publicado na sexta-feira pelo Metrô no Diário Oficial Empresarial.
Mas só ontem a assessoria de imprensa da companhia informou a causa do sumiço dos documentos. De acordo com nota enviada pelo Metrô, os papéis perdidos representam 4% de todo o arquivo da empresa - que tem 44 anos - e, conforme já havia sido dito na sexta-feira, parte dos documentos estava microfilmada ou digitalizada, o que reduz o prejuízo.
A companhia garante que nenhum dos contratos queimados ainda estava em andamento - eram todos acordos que já foram encerrados. "Os documentos em suporte papel mais importantes danificados são os documentos técnicos e contratos encerrados que por sua importância estão microfilmados", diz a nota, sem detalhar o que não estava microfilmado e realmente foi perdido.
Roubo. As 15.399 caixas de documentos estavam em depósito de uma empresa especializada em guardar arquivos em Itu, no interior do Estado, que havia sido contratada pelo Metrô.
Segundo a companhia, no dia do incêndio - 9 de junho - os assaltantes renderam os funcionários da empresa e roubaram dez computadores de uso interno da arquivadora.
Em seguida - segundo a nota, "por razões ainda não conhecidas" -, o grupo espalhou gasolina pelo depósito e ateou fogo ao galpão, que foi totalmente incendiado.
A nota do Metrô diz ainda que também foram perdidos documentos de outras 18 empresas que mantinham contrato com a companhia de arquivos. O Metrô registrou um boletim de ocorrência sobre o caso no 2.º Distrito Policial de Itu.
Acidentes. Entre os papéis perdidos no incêndio, havia análises da Comissão Permanente de Segurança (Copese), órgão que apura acidentes da companhia, de incidentes ocorridos entre 2006 e 2009. Havia ainda relatórios de "incidentes notáveis", como o Metrô chama as panes que paralisam as linhas por muito tempo e exigem a colocação de ônibus para transportar passageiros.
Além de fazer o boletim de ocorrência e publicar o edital sobre a perda dos documentos, o Metrô instaurou auditoria interna sobre o assunto.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,incendio-criminoso--destruiu-papeis-do-metro-,968856,0.htm



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Doendo, Serra? Espera só quando o povo souber que a gente leva um terço nos trens e no Metrô

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