quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Pela auditoria da Dívida Pública





Pela auditoria da Dívida Pública

Dr. Toicinho afirma defender interesses que interessam

Os esforços do Brasil na implementação de políticas públicas de promoção de bem-estar social são contraditados e, em larga medida, esterilizados pelo sumidouro representado pela política adotada pelo Banco Central em relação à Dívida Pública, cuja conta de juros, rolagem, encargos e amortizações consiste no sequestro da soberania e conversão do país em protetorado, transferindo a maioria dos recursos e as decisões cruciais para detentores dos títulos de uma dívida carente de exames que poderiam demonstrar e autenticar sua ilegitimidade.

Ou seja, esforços do país no sentido de produzir medidas de distribuição de renda e políticas compensatórias são, de forma contraproducente, mitigados pela política do Banco Central em relação à Dívida Pública.

Maria Lucia Fatorelli: Banqueiros capturaram o Estado brasileiro
Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/maria-lucia-fatorelli.html

Para objetivar o registro, observemos que os gastos correspondentes às contas de juros, rolagem, encargos (Item 2: R$ 134.053.618.451,00) e amortizações / refinanciamento da dívida (Item 6: R$ 618.888.549.837,00) representam R$ 752.942.168.288,00.

Comparados com os gastos sociais (saúde e Educação), aproximadamente R$ 150 bilhões (para promover melhores condições para os setores mais vulneráveis da sociedade), verificamos que são 5 vezes maiores os recursos despendidos para os rentistas, R$ 752 bilhões.

Destes valores, a maior parte é adicionada à divida impagável (nos moldes em que ela foi arquitetada). E o paradoxo: paga várias vezes, a dita cuja sobe sem parar. 

Maria Lucia Fatorelli: Banqueiros capturaram o Estado brasileiro
Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/maria-lucia-fatorelli.html

Não é por acaso que proliferam porta-vozes dos interesses rentistas (na mídia, na academia, em postos “técnicos” de governos) para reivindicar a aceitação da ideologia da “lição de casa” e do cumprimento da lei que determina a aplicação de % (detalhar) do esforço nacional para enriquecer e cevar os detentores dos títulos da Dívida Pública, estimados em 20 mil famílias.

O nó górdio, portanto, está em, por uma lado, criar diversos mecanismos de produção de justiça social e, por outro, manter um sistema que cimenta o status quo priorizando a receita dos que aplicam em venda do dinheiro e cobram não apenas o preço (juros) do “empréstimo”, mas determinam as regras e servomecanismos legais para apresentar a engenharia contábil favorável exclusivamente a seus portadores como sendo a “obediência à lei”, às “regras da economia”, ao “interesse público” e outros embustes ideológicos.


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