sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sem-teto / Homeless



Sem-teto / Homeless

1% contra 99%

População sem-teto / homeless é um fenômeno típico de sociedades desiguais.

Caso Barack Obama aplicasse adequadamente recursos públicos em investimentos sociais, ele poderia eliminar a pobreza e a miséria nos Estados Unidos rapidamente.

Entretanto, seu governo repassou a empresas e bancos falidos trilhões de dólares na esperança de que os beneficiários investissem na economia e criassem empregos. Mas isso não aconteceu e a crise se agravou.

Sabemos que grupos poderosos têm grandes servomecanismos para impor seus interesses com o objetivo de privilegiar a minoria na vida social.

99% pagam as contas constantemente.

E começam a cansar.

Por isso, se organizam para ter mais participação nos processos decisórios, no sentido de evitar que 1% usufrua sozinho do trabalho de 99%.

Afinal, a realidade se altera apenas se as pessoas entenderem que têm energia e condições para realizar as transformações cruciais na sociedade.

A paciência da maioria está acabando e os arquimilionários não podem continuar levando adiante e indefinidamente o mesmo plano fracassado em detrimento dos 99%.

Portanto, o problema a respeito dos sem-teto / homeless tem fácil solução, mas poderosos interesses evitam a implementação de mudanças. Tanto nos EUA como no Brasil.

No caso brasileiro, observamos a gritaria verbalizada pelos porta-vozes dos juros altos, da energia cara, do ensino e da moradia elitistas.

Todavia — quando rentistas são afrontados com a queda dos juros; empresas de energia com largas margens de lucro se irritam com a redução das tarifas de energia; meios de comunicação anunciam o apocalipse iminente e outras coisas similares —, notamos que o encaminhamento da política econômica é correto.

 Em respeito à maioria, é preciso avançar mais e produzir ações que impeçam o retrocesso, institucionalizando as mudanças, bem como criando formas diversas de emancipação do atraso das oligarquias.

Os trabalhadores do mundo têm afinidades de demandas e devem protagonizar uma reação global contra os experimentos anacrônicos levados a efeito na Grécia, Espanha e outros países cobaias de laboratório de um neoliberalismo há muito malogrado.

É possível acabar com a fome, a pobreza e a miséria?

Claro que sim!

A tecnologia disponível demonstra ser exequível.

São necessários combates políticos.

Basta não permitir o controle da situação pelos senhores de armas (mercenários da morte) e de suas associações; banir legislações e aparatos jurídicos que protegem 1%; confrontar poderosos que parasitam pelo mundo ganhando com as desgraças alheias; democratizar os meios de comunicação; impedir que a saúde, a educação, a moradia, o transporte e o mais básico para a vida humana sejam convertidos em mercadoria.

Para efetivar ações dessa envergadura é preciso conquistar hegemonia na sociedade e não hesitar em combater as distribuições de renda desiguais e seus subprodutos: a violência, as guerras e todas as modalidades de crimes que a injustiça costuma parir.



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