domingo, 25 de novembro de 2012

Governador Alckmin não enxerga onda de violência no Estado de São Paulo


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onda de violência no Estado de São Paulo


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sábado, 24 de novembro de 2012

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dr. Toicinho inconformado com a disposição da CPI do Cachoeira de fazer uma feijoada de PIG


Dr. Toicinho inconformado com a disposição da
CPI do Cachoeira de fazer uma feijoada de PIG

Dr. Toicinho toma providências para
não entrar no caldeirão da feijoada

Dr. Toicinho, CEO do PIG desde 1939, afirma estar inconformado com a disposição da CPI do Cachoeira de fazer uma feijoada com o PIG.

Orelha Policarpo, integrante importante do esquema Cachoeira, será indiciado pelo relator da referida Comissão Parlamentar de Inquérito.

Rabos, paios, joelhos e pernas de membros das empresas piguianas também fazem parte dos ingredientes do prato da CPI, mas o Dr. Toicinho se diz favorável à pizza, de origem diferente e com tempero do oligopólio dos meios de comunicação.

O representante das organizações PIG enviou na madrugada de hoje press releases para suas publicações. Por coincidências “inexplicáveis”, houve uniformidade editorial e muitos consideram desnecessários os vários nomes de revista, jornais e canais de TV se o discurso é padrão e toca a mesma tecla, como, por exemplo, que o golpe de 1964 é “liberdade de expressão” piguiana. Também podem ser classificados como "liberdade de expressão" a Privataria Tucana, o Proer, a Alston, a Controlar, o Metrô, a Lista de Furnas e tantos outros atos nobres chancelados pelos líderes midiáticos e políticos das fileiras conservadoras.

Entendendo que a situação pode sair do controle, Dr. Toicinho mandou a senha para proliferar a ideia de quaisquer pessoas ou instituições que venham contrariar os interesses piguianos sejam imediatamente execradas em rede nacional. Asseverou a regra básica inscrita nos 10 mandamentos da lei do PIG e compartilhada por Hitler: “quem está ao nosso lado recita o cantilena: quem estiver contra, vai pagar muito caro por isso”.


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A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Pitacos de 20 de novembro de 2012



Pitacos de 20 de novembro de 2012

Estado terrorista age impunemente

1) Terrorismo de Estado é popular entre israelenses. Segundo @CartaMaior, a guerra elevou em 20 pontos o apoio ao extremista Netanyahu, que busca a reeleição.

2) Assassinos também são estimados no cinema: a fila de trogloditas (como Rambo) que fazem “justiça” cresce continuamente.

3) Caso os brancos tivessem consciência, a consciência não teria cor.

4) Obama recebeu mais uma chance. Não pode esterilizá-la de novo.

5) Ministro Marco Aurélio de Mello, do STF, dá liminar ultra-mega-híper favorável ao governador Marconi Perillo, do PSDB. Quando se trata de demotucanos, mais uma vez fica demonstrada a “isenção” do ministro e do STF.

6) A cura de inumeráveis doenças irrita demasiadamente os laboratórios farmacêuticos. É mais lucrativo vender remédios de controle.

7) Redução de tarifas de energia elétrica deixa empresas do setor contrariadas. Mas a contrariedade dos cidadãos que pagam tarifas escorchantes anima bastante os executivos e acionistas.

8) Programação da Rede Globo confirma hipótese de cientistas: o Ibope costuma ser inversamente proporcional à inteligência.

9) Legistas declaram ser o neoliberalismo a causa mortis do Estado de bem-estar social na Europa.




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Dr. Toicinho é a favor de se punir exemplarmente a corrupção. Exceto a demotucana.
http://agenorbevilacquasobrinho.blogspot.com.br/2012/11/dr-toicinho-e-favor-de-se-punir.html




Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.
 


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dr. Toicinho é a favor de se punir exemplarmente a corrupção. Exceto a demotucana.



Dr. Toicinho é a favor de se punir exemplarmente a corrupção.
Exceto a demotucana.

Imunidades judiciais, midiáticas etc.

Dr. Toicinho, CEO do PIG desde 1939, agradece aos serviços prestados pelos ministros do STF que rezam o catecismo contido na cartilha encaminhada via teleprompter. Reconhece o talento de alguns que teriam se superado e arrancado suspiros das oligarquias da comunicação.

Para retribuir os obséquios, aquelas autoridades jurídicas recebem, como pop stars, capas de publicações e aparecem inúmeras vezes nas telas piguianas.

Em que pesem estultices pronunciadas com ares de sapiência e a grandiloquência vazia de ministros sem substantivos e colecionando adjetivações acerca da maneira mais apropriada de bajular os interesses dos executivos das emissoras — e por isso mesmo reconhecido como um comportamento adequado e de boas maneiras —, receberão esses doutos conhecedores dos mistérios do direito (e de sua flexibilidade ilimitada para agasalhar as teses esdrúxulas e inaplicáveis a outros mortais)  o desfrute por algum tempo de onipresença na rede PIG.

Por outro lado, comentadores profissionais das empresas associadas aos detentores dos meios de comunicação se esforçam para introduzir inteligência em discursos prenhes de absurdos, contradições e nonsenses. Mas tal esforço é vão, pois a indigência é compartilhada por ambos os lados.
Afirmando ter “chegado a hora de criar um exército anticorrupção para cortar pela raiz esse mal”, o Dr. Toicinho exortou “as emissoras coligadas a produzirem editoriais sobre malfeitos alheios.” E atalhou: “Caso não existam, inventem!”

Indagado por um blogueiro independente sobre a corrupção demotucana, Dr. Toicinho empalideceu por alguns instantes. Mas logo retomou a ofensiva (após ordenar aos seguranças para enxotar o sujeito impertinente), argumentando que “as ações demotucanas, naturalmente por Direito Natural, divino e intergalático é de apreciação exclusiva daqueles que comungam receitas advindas da Casa Grande, portanto, inquestionáveis sob quaisquer aspectos”.

Finda a entrevista, e sem desconfiar que os microfones pudessem captar seus comentários a um correligionário, o CEO do PIG confidenciou a seu amigo de longa data: “A delinquência é típica dessa gente diferenciada. Nós, mestres das práticas em tornar nosso o que é alheio, gozamos de imunidade no judiciário e na mídia. Por exemplo, ter um procurador-geral amigo, que ao encontrar alguma coisa realizada por um dos nossos, nos entrega o material para a devida correção formal da papelada. Ou simplesmente para sumir com as provas e evidências. Isso é o que importa!”


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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Pompéia Conta Boal



Pompéia Conta Boal

Augusto Boal


Começa nesta terça-feira (13), em São Paulo, o projeto Pompeia Conta Boal, ciclo do Sesc em homenagem ao teatrólogo Augusto Boal
 13/11/2012
Eduardo Campos Lima
de São Paulo (SP)

Começa nesta terça-feira (13), em São Paulo, o projeto Pompeia Conta Boal, ciclo do Sesc em homenagem ao teatrólogo Augusto Boal. A mostra tem início hoje, com a leitura cênica da peça de Boal Revolução na América do Sul, feita pela Cia. do Latão e pelo Coletivo de Cultura do MST (às 21h), e um debate, do qual participam o ator Nelson Xavier e o integrante da coordenação nacional do MST João Pedro Stédile. 

Figura fundamental para o teatro moderno brasileiro, Boal começou a atuar como diretor do Teatro de Arena de São Paulo em 1956, logo após voltar de uma temporada de estudos nos Estados Unidos. O coletivo acabara de incorporar os jovens e politizados atores do Teatro Paulista do Estudante (TPE) – entre eles Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Vianna Filho – e, com a entrada de Boal, assume como tarefa a busca de novas formas artísticas para tratar de temas sociais e políticos. 

Ao longo dos anos 1960, o Arena, capitaneado por Augusto Boal, expandiu de maneira marcante as possibilidades estéticas do teatro brasileiro. Em diferentes fases, desenvolveu uma dramaturgia voltada à figuração dos temas nacionais, criou formas inovadoras de montar clássicos da tradição universal e apropriou-se dos experimentos do diretor alemão Bertolt Brecht, explorando elementos musicais e uma encenação descontínua em peças como Arena Conta Zumbi e Arena Conta Tiradentes. 

Em 1970, com o endurecimento da repressão do Regime Militar, Boal coordena a criação do teatro-jornal, metodologia de teatralização de notícias desenvolvida por jovens artistas que haviam acabado de ingressar no Teatro de Arena. A partir daí, ele elaboraria uma série de formas teatrais participativas, facilitadoras de sua atuação junto a comunidades e movimentos sociais. Reunidos, os métodos constituem o Teatro do Oprimido, que rapidamente passou a ser praticado mundo afora. Até o fim da vida, Boal não cessaria seu trabalho com o TO e com encenações mais convencionais. 

Um pouco de cada uma dessas fases poderá ser visto em Pompeia Conta Boal. “A mostra foi concebida de maneira a dar um panorama amplo dos diversos aspectos da obra de Boal”, explica Cecília Thumim Boal, atriz e psicanalista que foi casada com o teatrólogo. Cecília é a curadora do ciclo, juntamente com Sérgio de Carvalho, diretor da Cia. do Latão. 
Como reflexo da obra de Boal, que não concordava com a cisão entre arte e aprendizado, a mostra tem caráter artístico-pedagógico, apresentando seu trabalho em encontros organizados de acordo com os temas Dramaturgia e Pedagogia da Dramaturgia, Reflexão sobre Atuação, Relação entre Teatro e Música e Teoria e Prática do Teatro do Oprimido.  

Coletivos de teatro de grupo de São Paulo serão responsáveis por diferentes encontros. “Foram convidados grupos que trabalham em consonância com as preocupações políticas e sociais no teatro que Boal tinha. Em São Paulo, há um movimento de teatro muito forte, que certamente tem relação com a trajetória dele”, afirma Cecília. 

Memória – O ciclo foi baseado em uma pesquisa de documentos e imagens raros de Boal, muitos deles pesquisados no acervo do teatrólogo, que há um ano está sob os cuidados da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

“Tenho grande satisfação pelo fato de o acervo estar na UFRJ, que além de cuidar de sua manutenção, auxiliou-nos bastante com a mostra, enviando materiais sempre que solicitamos”, conta Cecília. Um dos documentos obtidos com a equipe da UFRJ responsável pelos arquivos é um texto inédito de Boal, que será incluído no catálogo da mostra. 

Veja a programação completa: 

Zumbi
Dia(s) 16/11, 17/11, 18/11, 23/11, 24/11, 25/11, 30/11, 01/12, 02/12, 07/12, 08/12, 09/12 Sextas e sábados, às 21h. Domingos e feriados, às 19h

Revolução na América do Sul
Dia 13/11 Terça, às 21h.
Direção de Sérgio de Carvalho (Companhia do Latão). Com Companhia do Latão e Coletivo de Cultura do MST

Arena Conta Bolívar
Dia 14/11 Quarta, às 21h.
Leitura cênica com a Companhia São Jorge de Variedades. Direção: Georgette Fadel.
Participantes convidados: Jairo Arco e Theo de Barros.

Teoria e Prática do Seminário de Dramaturgia do Arena: a utilidade da dialética
Dia 15/11 Quinta, às 19h.
Palestra com os dramaturgos Lauro César Muniz, Chico de Assis e Benedito Ruy Barbosa. Mediação de Sérgio de Carvalho.

Opinião de Boal
Dia  17/11 Sábado, às 18h.
Leitura cênica a partir de escritos ficcionais e teóricos em torno de Feira Paulista de Opinião. Com Milton Gonçalves, Isabel Teixeira, Rodrigo Bolzan, Danilo Grangheia e Cecilia Boal. Direção de Marco Antônio Rodrigues.

Boal, Cultura e Política
Dia 22/11 Quinta, às 21h.
Izaías Almada, Maria Sílvia Betti e João das Neves

Hamlet e o Filho do Padeiro
Dia 23/11 Sexta, às 19h.
Leitura cênica a partir do livro autobiográfico de Augusto Boal. Com Lima Duarte. Direção de Sérgio de Carvalho. Músico: Martin Eikmeier.

Boal e a arte do ator: entre ser e não ser
Dia 24/11 Sábado, às 19h.
Demonstração de técnicas dos laboratórios de atuação e de jogos para atores e não atores.
Direção dos exercícios: Alessandra Vanucci. Com a Companhia dos Narradores e Companhia Estável. Mediação de Paula Chagas

Debate e Cenas de Torquemada e A Exceção e a Regra
Dia 28/11 Quarta-feira, 21h
Apresentação de cenas das obras teatrais Torquemada, direção de Kelly diBertolli, e A Exceção e A Regra, com Sergio Audi

Mostra de Filmes sobre Teatro do Oprimido
Dia 28/11 Quarta, às 19h.
Exibição de trabalhos de Zelito Vianna, Fabian Boal e Nina Simões Após a sessão, palestra com Geo Britto, do Centro de Teatro do Oprimido.

Cultura e Política Hoje
Dia 29/11 Quinta, às 21h.
Debate com Paulo Arantes e José Antônio Pasta. Espaço Cênico. Mediação: Priscila Matsunaga, Universidade Federal do Rio de Janeiro de Janeiro.

Mostra de Filmes e debate sobre Teatro do Oprimido
Dia 29/11 Quinta, às 19h.
Trabalhos de Joana Carneiro da Cunha (Um teatro em campanha, sobre Jana Sanskrit), Teatro Invisível na Bélgica e Meu marido está a negar (Moçambique) Palestrante: Geo Brito, Centro de Teatro do Oprimido.

Marcha Boal
Dia 01/12, Sábado, às 19h30.
Batuque e cortejo em homenagem realizada pelos grupos Brava Companhia, Companhia Antropofágica e Grupo de Teatro do Oprimido da UNESP. Direção de Tiago Vasconcelos.

Teatro do Oprimido
Dia (s) 29/11, 30/11, 01/12, Quinta e sexta, das 14h às 18h. Sábado, das 10h às 15h.
Oficina a partir dos variados conceitos e proposições do Teatro do Oprimido. Com Julian Boal, pesquisador teatral ligado ao Teatro do Oprimido. Na Sala 1 das Oficinas de Criatividade. 25 vagas.

Teatro Jornal
Dia 21/11 Quarta, às 19h.
Demonstração das nove técnicas de Teatro Jornal com utilização do noticiário atual. Com a Companhia do Feijão. Direção de Pedro Pires. Debate com o professor da UFRJ Marildo Menegatti.

Teoria e Prática do Teatro do Oprimido
Dia 01/12 Sábado, às 17h.
Apresentação de processo resultante da Oficina de Teatro do Oprimido, realizado pelo pesquisador Julian Boal. Com: Rafael Liftin, da Universidade de Brasília, Julian Boal e José Soeiro, sociólogo e ex-deputado português. Mediação de Paulo Bio.

SESC Pompeia
Rua Clélia, 93, Pompeia, São Paulo-SP




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