sábado, 8 de dezembro de 2012

Apesar das negativas do Dr. Toicinho, ONU prova que a mídia é contra a democracia e a liberdade de expressão


Apesar das negativas do Dr. Toicinho,

ONU prova que a mídia é contra a democracia e a liberdade de expressão




Oligarquias latino-americanas pretendem impunidade eterna para a liberdade de impressão


Conforme divulgamos ontem, o Memorando de reunião secreta do PIG “vazou” para o Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho. Hoje, publicamos com exclusividade mais algumas das determinações piguianas a respeito do combate travado pelo Partido da Imprensa Golpista contra o governo da Presidenta Dilma Rousseff.

De novo, o Dr. Toicinho, CEO do PIG desde 1939, insurge-se contra a liberdade de expressão e afirma que a única válida, segura e confiável é a “liberdade de impressão”.

“Quem não tem jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão, obviamente, não tem o que dizer! Podem falar e têm esse direito divino e irrevogável apenas e tão somente os detentores privados dos meios de comunicação, cujo monopólio é o suprassumo das prerrogativas democráticas. A ordem e o progresso sempre foram o alicerce almejado por todos os patriotas que marcharam em 1º de abril de 1964 para afastar os subversivos no Brasil.”

“A população é sensível ao discurso dos radicais. Por isso, nossas edições suprimem, criam lacunas e distorcem. Esse modus operandi  é a garantia de sobrevivência do PIG. Nosso compromisso é impedir que as doenças contagiosas da ‘participação da coletividade’, da ‘distribuição de renda’ e acessos inumeráveis da gentinha diferenciada à ‘cidadania’ — essas excrescências populistas e esquerdopatas — venham tumultuar a mente de pessoas sem discernimento, influenciadas por ideias distintas daquelas aprovadas por nós.”

“Nosso time de oligarcas — Marinhos, Mesquitas, Frias e toda a nata de famílias quatrocentonas e correligionárias de demotucanos — será varrido da História caso não ofereça justificativas plausíveis para o populacho de que as propostas que o prejudicam sejam apresentadas e entendidas como favoráveis aos interesses dele. Por exemplo, afirmaremos que será econômico o aumento das tarifas de energia elétrica e dispendiosa a redução esdrúxula decidida por esse governo eleito sem o consentimento da gente de bens.”

“Omitam o que for possível e impensável. A ralé jamais poderá sequer imaginar que a manipulamos. E a internet está cheia de blogueiros sujos dispostos a contar cada milímetro de trapaças e golpes que orquestramos.”

“Jamais permitiremos o acesso às informações sem que possamos editá-las a nosso bel-prazer. Informação é poder! Não renunciaremos aos privilégios mantidos desde o descobrimento de terras tupiniquins só porque a massa ignara resolve votar na Dona Dilma.”

“Essa mulher ainda vai nos dar muita dor de cabeça. Viram como ela despachou a The Economist? Que sacrilégio!”

“Portanto, alerta máximo, membros nobiliárquicos piguianos: aumentem a overdose de tolices e entorpecentes às doses cavalares já existentes na programação de nossos veículos de estupefacientes. Caso contrário, daqui a pouco o porteiro discutirá impunemente sobre a necessidade dessa tal de ‘lei de meios’ com o jardineiro e as empregadinhas domésticas. Os senhores querem esperar o fim o mundo? Nossa derrota final?”

“Então, reajam enquanto há tempo!”

“Anauê! Anauê! Anauê!”





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