terça-feira, 31 de maio de 2011

PSDB na rua, no palácio e a maconha



PSDB na rua, no palácio e a maconha


Em razão do fracasso mundial da política repressiva contra as drogas, FHC vai à Globo para dizer o contrário do que a polícia comandada pelo PSDB faz com manifestantes que reclamam o direito defendido na tv por FHC, mas negado na rua pela polícia de SP, sob ordens do PSDB, que tem seu líder, FHC, reconhecendo, no PIG, a necessidade de se rever as proibições, mantidas pelo governo do PSDB, cujo líder FHC posa de progressista na mídia, porém o PSDB, ignorando a voz de seu guia, distribui fartamente bombas de gás lacrimogêneo e bordoadas nos que se pronunciam pela legalização, que exaltada na tv, por cacique do PSDB, não é apologia a uma audiência de milhões de pessoas, contudo, basta não ser do PSDB que a apologia é absoluta quando se diz algo nas ruas para duas mil pessoas ou trezentas, número da estimativa da polícia.

Resumindo: alguém protegido pelo PIG "disserta" sobre a erva e suas implicações psicossociais; um zé-ninguém fazer loas a erva, para o PIG, é incitar ao mau comportamento, à degeneração da família e dos bons costumes. Sabemos as consequências das transgressões para quem comete crimes sendo do andar de baixo da sociedade.


#Baseado45 


domingo, 29 de maio de 2011

A saúde do PIG. Exclusivo



A saúde do PIG.

Exclusivo




Fim de jogo



Fim de jogo






Sabe o caminho de olhos fechados.
Lembra cada detalhe das curvas.
A paisagem parece ser sua criação.
Estaciona em desalinho.

Encontra as pessoas na festa,
Brinca com os convivas.
Dança com Denise. Toma um último drinque.
Acena um longo adeus.

Retorna para casa.
Percebe a luz acesa.
Alarme!
Liga para a polícia.

Sirenes soam na madrugada.
A lâmpada é apagada.
Freio das viaturas.
A casa vai pelos ares.

A explosão de grande impacto
Acorda a vizinhança.
Quem estaria na casa?
Alguém?

O fogo consome o pouco do que restara.
As lágrimas brotam de seu rosto.
Agradece a Denise por tê-lo mantido por mais tempo do que o combinado.
Cinco minutos antes seriam fatais.

A bomba-relógio não encontrou sua vítima.
Ela estava ocupada com compromisso marcado há vinte anos
Pela turma do colégio.
Todos os mesmos dias do mês de junho nas últimas duas décadas.

Mas o deste ano quase não se realizara.
Ele estava indisposto.
E os duzentos e oitenta e três quilômetros o desanimavam.
O pedido dela o demoveu de sua relutância.

Na festa, ela o deteve por mais tempo que o de costume.
A primeira vez em que se beijaram.
Desnorteou-se com a situação
Que esperara todos esses anos.

Os interrogatórios se seguiram.
No início, a polícia e a seguradora desconfiaram de seu álibi.
R$ 5.000.000,00 são um excelente motivo para se armar um “atentado”.
Mas não havia digital a ser colhida e a perícia nada apurou que o incriminasse.

Meses se passaram até que a BomSeguro resolveu lhe pagar a indenização.
Decidiu viajar e comprar uma casa no litoral da França.
Cansara-se dos encontros anuais e das sucessivas explosões e incêndios.
Entediado de suas vinte identidades, decidiu finalizar o jogo.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

O trabalhador e o rapace



O trabalhador e o rapace



Prudente, João gostava de saber das coisas antes de afirmar quaisquer leviandades a respeito delas.
Quando a história chegava a ele, imaginava o percurso anterior e os desdobramentos que os relatos tomavam.
Acréscimos são corriqueiros em nossa vida, e não só o de juros em conta atrasada.
Os credores não hesitam em aplicar a correção monetária.
Eles podem contar com esse recurso.
E nós, assalariados, precisamos esperar a recomposição por um ano, quando ela vem.
Mas alguns espertinhos conhecem atalhos e infiltram-se em locais de acesso restrito.
Abarrotam suas contas bancárias com um enter em seus tabletes e blackberrys.
Enquanto João se esfalfa no dia-a-dia, os tubarões engolem em poucos minutos o que aquele nem numa vida consegue obter.
Mundo desequilibrado é o nosso.
O sujeito tem necessidades a satisfazer e a duras penas consegue cumprir seus compromissos.
Outros, pouquíssimos, sabem o endereço da facilidade para dificultar a vida dos Joões, especialmente nesses dias em que o mundo não teve fim, tampouco a dinheirama que os aproveitadores conseguem subtrair de milhões de deserdados da “sorte”.
A diferença é o tipo de atividade profissional. Quando se furta, rouba ou assalta R$ 100,00 o elemento é ladrão, assaltante, meliante etc. Quando manobra “recursos não contabilizados” e outras nomenclaturas do jargão de gente blindada, ou seja, opera no mercado atacadista, o nome dele é sua Excelência, sua Alteza e predicados consoantes à posição destacada ocupada pelo hábil incrementador de sua riqueza, cujos habeas corpus estão à disposição no bolso.
Pratica ad nauseam a liberalidade com os bens alheios.
Ser pródigo em gastar aquilo que não pertence a ele, pois gastar o que é de outrem não rebaixa, pelo contrário, eleva a reputação, como nos ensina Maquiavel.
A rapacidade desse pessoal não tem limites.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quando o Brasil vai parir justiça para os pobres?



Quando o Brasil vai parir justiça para os pobres?

Gramáticas: modalidade popular e norma culta



Ederson Granetto entrevista o professor Ataliba Castilho, pesquisador e professor aposentado da USP e da Unicamp, sobre o livro "Por uma Vida Melhor", da Editora Global.






Professores, avanços tecnológicos e taxa de sucesso





Professores, avanços tecnológicos e taxa de sucesso




Há um frisson na internet com o vídeo da professora Amanda Gurgel.
Corajosa, ela denuncia as precariedades das condições de trabalho e os salários aviltantes a que estão submetidos os profissionais da educação.
Ela vocaliza aspirações amplas ao sintetizar problemas, angústias e posições históricas do movimento dos trabalhadores na área.
Há anos atuando em diversos graus de ensino, passei por lousas pretas, cinzas, verdes etc. Respirei toneladas de pó de giz. Brancos e coloridos.
Agora, escrevo numa lousa branca com pincel atômico e utilizo recursos auxiliares como retroprojetor e datashow. Na instituição, prometem até mesmo lousa digital para daqui a poucos meses. Devo conhecer e me atualizar sobre diferentes softwares. Recebo montanhas de trabalhos adicionais por email, sobrecarregando corpo e alma com tarefas e funções não computadas na minha remuneração. São os avanços tecnológicos.
Ao ouvir o noticiário sobre escândalos os mais diversos, me chamou a atenção para um deles em que se menciona o tráfico de influência e a taxa de sucesso, um plus a ser recebido caso o negócio se concretize e prospere além do imaginado.
As empresas de radares têm taxa de sucesso. Quanto mais multam, mais recebem. Dizem até que os guardas de trânsito seriam obrigados a preencher dois blocos de infrações por dia nos cruzamentos de avenidas das grandes cidades. Não sei.
Mas essa taxa de sucesso me intriga. As cifras são milionárias, diferentemente das que aparecem nos holerites, com apenas três algarismos, como a professora Amanda evidencia. Três escolas. Tripla jornada para formar um salário menos humilhante. E ainda cobram qualidade e responsabilizam os mestres pelos descasos continuados dos governantes e administradores.
Pensando nos avanços tecnológicos, gostaria de ver incorporada a tal taxa de sucesso na área educacional. A implementação seria muito simples.
O aluno obtém vaga nas melhores faculdades. Trabalha numa grande empresa e recebe um salário digno. O rapaz se revela um exímio piloto e conquista cifras polpudas. O jovem se forma engenheiro e é requisitado em tudo quanto é obra, pois o Brasil saiu da estagnação e cresce sem parar. O advogado tem multiplicação de demandas e seus honorários se multiplicam.
 Pronto! É só aplicar a taxa de sucesso e teremos um pagamento decente para os docentes. Alforria dos três dígitos. E nunca mais seremos importunados com discursos enfadonhos e irritantes pedindo aos educadores para terem “paciência, porque um dia as coisas se resolvem”.
Imagino que prefeitos e governadores tendem a rejeitar minha ideia, assim como os professores reprovam os salários pagos por aqueles.
Para ser realista, entendo que a taxa de sucesso é privativa dos que traficam influência e outras coisas.
Até quando aceitaremos engolir a taxa de insucesso que eles nos reservam?


Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.
 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Reinventar a roda



Reinventar a roda



A petulância tinha contribuição da idade.
No entanto, daquela vez ele se superara.
Nada estava certo.
E o mundo deveria passar por reconstrução total.

Quando lhe disseram que muitas de suas ideias eram de outros,
Deu de ombros, guardando assombro e desconfiança em seu olhar.
Rejeitava padrões alheios,
Interpretando que os únicos caminhos existentes eram os próprios.

Como pregador do mundo,
Avisava sobre supostas novidades.
Não encontrando eco,
Desfigurava a realidade que o contradizia.

Certa vez quis reinventar a roda.
Diante de observações de que era melhor aperfeiçoá-la,
Contrariado, assumiu ar ranzinza e de poucos amigos,
Conforme relato dos circunstantes.

Hoje, passados apenas três anos, discursa em praça pública.
Traja mulambos e carrega firmemente em suas mão uma roda de bicicleta,
Acompanhada de uma tabuleta com a inscrição:
"Eu inventei a roda!"



segunda-feira, 23 de maio de 2011

Despertador ou a falta de amor





Despertador ou a falta de amor




O exibicionista faz seu show diário.
Toca com estridência.
Dispara seu ensurdecedor alarme
Ordenando para eu sair do conforto da cama.

Procuro enganá-lo.
Viro-me de lado
Como quem não quer nada
E desfruto de mais uma soneca matinal.

Mas o insolente não perdoa.
Exalta-se e fura meus tímpanos
Com sua música indelicada e desafinada.
Despreza minhas zangas e insiste com sua sirene.

Abafo o som maldito com o travesseiro e o cobertor.
Porém, o impertinente parece ter aumentado o volume.
Agora, entendo que é o momento de pôr o plano em prática.
Salto de meu aconchego, empunho o martelo e mando para o inferno esse objeto irritante.

Uma, duas, três, cem marteladas
E todas as demais de que já não me recordo.
Ansioso como um vencedor que vai receber o troféu,
Pisoteando os destroços do inimigo, gargalho numa altura inédita.

No entanto, para minha surpresa,
A coisa em mil pedaços toca outra vez
E não é só isso.
Ela começa a falar e me intima bruscamente.

Quer satisfações sobre meu comportamento intempestivo.
Não aceita meias-desculpas.
Expressa reprovação resoluta a respeito de minha atitude “infantil!”
E exige que tal fato não se repita.

Sem acreditar, protesto sobre o tom ofensivo.
Entretanto, o despertador resmunga estar cumprindo sua obrigação.
Eu o demito e mando calar-se
Para sempre.

Minha altivez o fez compreender quem é o chefe.
Viro para o outro lado, puxo a coberta e vou para os braços de Orfeu.
Meus lindos sonhos contrastarão com as manhãs de pouco sono
Que esse inservível me subtraia.

Todavia, o energúmeno volta a se rebelar.
E sua loucura o faz berrar, sem interrupções,
Que é o momento de eu ter compostura
E sair da cama sem delongas.

Incrédulo, e com o martelo em minhas mãos,
Estou pronto para a vingança que todos gostariam de desfrutar
Destroço a alma penada em milhões de pedaços
Para não restar dúvidas de quem está no comando.

Porém, percebo meus ombros serem chacoalhados bruscamente,
E uma voz ao fundo dizendo: “Acorda, Roberto!”.
Depois de mil vezes a ouvir o chamado, arregalo os olhos e percebo a cena insólita.
O despertador continua a tocar.

E minha esposa, exangue e ensanguentada,
Com mil ferimentos pelo corpo inteiro,
Suplica para que eu levante
E pare de golpeá-la com o martelo.

Desorientado, largo subitamente o martelo e observo a cena.
Ouço o despertador mais uma vez.
Repouso minhas mãos para desativar o alarme e,
Calmamente, desperto para mais uma sessão com o analista.

sábado, 21 de maio de 2011

#FimDoMundo e a propaganda enganosa





#FimDoMundo



Propaganda enganosa




1. Mancada dessa igreja do #FimDoMundo. A fatura do cartão de crédito não vai perdoar.


2. Já que o #FimDoMundo ficou para depois, qual foi a evolução patrimonial de #JoséSerra, #FHC, #MaílsonDaNóbrega etc.? #ParaSaber


3. Briga de casal. #FimDoMundo será quando chegar a fatura do cartão de crédito. #Promoção


4. Por favor, antes de o mundo acabar, posso parcelar em 666 vezes umas comprinhas impulsivas no hipermercado? #FimdoMundo


5. #FimDoMundo é o sujeito seguir conselhos do Papa e não usar preservativos. #AcordaAlienado


6. #ANVISA informa: #Miojo vai acabar antes do #FimDoMundo.


7. Já que o #FimDoMundo ficou para depois, cadê o diploma de #JoséSerra ? #ParaSaber


8. Os pastores dessas igrejas que calcularam o dia do #FimDoMundo estudaram na escola do #JoséSerra? #ParaSaber


9. #FimDoMundo é o sujeito ler o #PIG e acreditar que está bem informado.


10. #FimDoMundo é o sujeito votar no #PSDB e acreditar que a educação vai melhorar.


11. #FimDoMundo é o #PSDB, à direita do #DEM, chamar-se social-democrata. #PropagandaEnganosa.


12. #FimDoMundo é o tipo de "jornalismo" da #InVejaTucana.


13. #FimDoMundo é ler jornais/revistas que apoiaram o golpe de 1964 e pensar que #PIG tem credibilidade.


14. #FimDoMundo é a #PropagandaEnganosa mais eficaz para retirar dinheiro de fiéis nas igrejas. "Você não vai precisar mesmo."


15. Manchete do #PIG neste domingo: #FimDoMundo foi adiado. Lamentavelmente veremos ainda muita #GenteDiferenciada.



Confira também:

III Curso Livre Marx-Engels
#KarlMarx
#FriedrichEngels
Assista agora! Ou vai esperar o fim do mundo para ver?

GPS de Urubóloga mostra imagem exclusiva do início do Apocalipse

E divirta-se sempre visitando este Blog:

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A luz





A luz






Esquivava-se das pessoas com andar apressado e turbulento. Quem o visse asseguraria que tinha os pés em brasas, e se indagaria: aonde irá? Por causa de um menor aceno se irritou. Procura outro caminho onde não seja incomodado. Retira-se da rua, do bairro, em seguida da cidade e, depois ainda, do país.

Mergulha sua mão no bolso, em busca da chave da nova casa. Porém, lembra-se de que havia esquecido a porta aberta, o que motivou certa apreensão.

Rigorosamente examina todos os cantos da casa na esperança de que nada esteja faltando.

Circunspecto e quase febril, fica atônito ao perceber um clarão de luz vindo da biblioteca. "Será um disco voador ?"

Com os passos não muito firmes, balbuciando algumas coisas incompreensíveis, resolve, enfim, verificar o que é "aquilo". Algumas gotas de suor nervoso escorrem na testa.

Recruta, próxima à porta, o que lhe resta de forças. Tomado de estupor, suas pernas não obedecem. "Com os diabos, o que acontece?", diz firme, procurando convencer-se de uma calma que não tem.

Uma luz incandescente fere seus olhos, quase cegando-o; em vão pretende impedir com o braço a passagem da luz, que lhe ofusca a visão.

Embriagado de pavor e ao mesmo tempo curioso, irrompe numa disparada em direção à luz.

Todavia, se encanta com sua coragem. Nota que a imensa claridade vem de "um livro. Isto mesmo, um livro".

Sentindo-se arrebatar, compulsivo, segura o livro, quase amassando-o. Sem mais abre o livro.

Entretanto, para sua perplexidade, a luz se esvai. Imediatamente ele retorna àquele estado de paralisia, sem saber o porquê disso tudo.

Quando recobra os sentidos, uma luz muito semelhante, aliás parece a mesma, chama sua atenção, desta feita, vinda de um outro livro.

Está desconfiado e curioso. Encara a luz com fúria. Este gesto, conquanto sua bravura seja grande, não se mantém por muito tempo, pois o brilho é muito intenso.

Decidido, embora cético, se aproxima do livro. Procura demonstrar, com olhar altivo e bastante formal, sua superioridade e honra, feridas.

Volta a tremer levemente, lentamente. Com um pequeno safanão, afasta o medo e se enche de orgulho. "Nada temo!", afirma feliz e seguro de si.

Abre, desta vez com suavidade, o livro emissor da luz. Esta, ao contrário da vez anterior, permanece. Encantado, esboça um longo sorriso. Entontecera de tanto contentamento.

Mas... seu sorriso, era possível entrever, já não expressava a mesma aparência de graça. Quem o visse de certo consideraria encolerizado.

A luz... como que por mágica foi se atenuando, mansamente, sem que se pudesse perceber. "Não é possível... há alguém conluiado com o diabo que me está pregando uma peça." Benzeu-se ao dizer isto.

"Terrível." Assim diria quem o visse. "Deve ser louco", talvez outros supusessem. Desvairado ia de encontro à luz que estava nos livros. Como guerreiro feroz, vencia livro após livro; mas a luz excedia sua pertinácia: brilhava num livro, sumia mas reaparecia em outro, sempre.

Ao final de alguns dias estava recostado, ou melhor, mergulhado entre os livros. Avidamente, devorou todos. Não comeu nem bebeu durante esse tempo.

Esquivava-se das pessoas com andar apressado e turbulento. Quem o visse asseguraria que tinha os pés em brasas, e se indagaria: aonde irá?

Por causa de um menor aceno se irritou. Procura outro caminho onde não seja incomodado... pois a luz o perseguia.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um dia a Rede Globo fará jornalismo de verdade?



Um dia a Rede Globo fará jornalismo de verdade?





A Rede Globo faz propaganda negativa de Lula, do PT e de Dilma quase o tempo todo.

Acima, pequena parcela do que ela produziu de jornalismo de verdade.

Mas foram necessários mais de 8 anos para formar 37 minutos e 21 segundos.

O PIG tem conserto?


Fonte: http://osamigosdobrasil.com.br Helena Sthephanowitz


Desrespeito



Desrespeito


Pedante





As expectativas de Paulo eram demasiadas.

Insultara inúmeras vezes Juliana.

A moça, apesar de normalmente submissa, endereçou-lhe olhar desafiador.

Jamais se pronunciara daquela maneira.



Como sempre, Paulo imaginava que tudo estava tranquilo.

Ela chegaria com uma hora de antecedência e rogaria perdão.

Em seguida, com ar de desprezo, ele a consolaria, dizendo ser a última vez.

Tudo desenhado em sua mente, atrasar-se-ia mais do que o habitual.



Mas algo se modificara em relação à última discussão.

Juliana não estava lá uma hora antes.

Ao contrário, Paulo se antecipara. Em uma hora.

Ofegante, olhou para o relógio e se acalmou.



Passaram duas horas e dela nenhum sinal.

Ele, preocupado, rodava em círculos.

Mirava o relógio furiosamente.

E aprontava em sua cabeça o sermão.



— Ela vai me pagar! — disse ele.

Que ligara mil vezes para todos os números de telefone dela.

A bateria do celular se esgotara.

E ele próprio desmoronava de sua arrogância.



Enfadado, entrou no boteco mais próximo e pediu um PF.

Engoliu a gororoba sem sequer saber o que comera.

Seu ódio o consumia.

E pensava apenas em devolver a "desfeita".



Chegando em casa, ansioso, apertou o botão da secretária eletrônica.

Nenhuma mensagem importante.

Apenas o recado de uma funerária, via telemarketing.

— Descanse em paz e deixe sua família feliz! —, afirmava a voz entusiasmada.



Por um momento chegou a cogitar ser uma boa ideia.

Afinal, em toda sua vida, era a primeira vez que lhe ocorrera essa “desdita”.

— Totalmente imotivada! —, vociferava comendo sua goiabada misturada com guaraná.

De mau jeito, adormecera no chão da sala.



No dia seguinte, acertaria as pendências com Juliana.

— Ela me paga... Essa bandida!

Nem o aceno insistente de um amigo comum lhe retirava de seu desejo de vingança.

O sujeito, decididamente, não estava para conversa.



Chegando ao apartamento de Juliana, o porteiro, de cara fechada, passou a notícia.

Um bilhete. Com duas palavras.

Incrédulo, releu o pequeno papel  e as escassas palavras por horas.

A polícia foi chamada, pois Paulo dificultava a passagem de moradores e visitantes.



quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conceito liberal de liberdade



Conceito liberal de liberdade



“A minha liberdade acaba quando começa a do outro.”

Examinemos a afirmação.
Estamos acostumados a ouvi-la e ela faz parte do senso comum.
Qual é o seu real significado?
Quando pensamos em liberdade, nos aproximamos da ideia de expansão.

Mas o caso que observamos nos remete à noção de limitar.
Estranhamos porque aí encontramos um paradoxo.
Como ser livres e cerceados?
Como locomover-se de mãos e pernas atadas?

É verdade que a sociedade nos restringe.
A convivência é possibilitada pela intercomunicação.
E a civilização demarca, historicamente, fronteiras mais ou menos móveis.
Algumas são ideológicas e as superamos, pois são datadas.

Porém, a nossa liberdade só pode se expandir quando encontra a dos demais.
Ela é mais forte porque o outro também é livre e pode escolher.
Os liberais confundem liberdade com propriedade, daí a venda de mourões para as cercas diversas.
Os entraves são bastante presentes naqueles que dizem defender a “liberdade”.

Os liberais usam os termos de forma bastante peculiar.
Existem "consumidores" e "contribuintes".
Onde estão os cidadãos ativos e não-alienados?
Em que lugar as transformações podem ocorrer?

“Pode ser no layout?”, perguntam os liberais.
Intervenção do Estado na economia? “Jamais!”
“Exceto se for para defender interesses de empresários da indústria, das finanças etc.”
Esses liberais são muito curiosos...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

#gentediferenciada e #genteindiferente



#gentediferenciada e #genteindiferente



#genteindiferente




A aristocracia da #genteindiferente ficou 500 anos no poder e só produziu exclusão.


Foi só chegar  na Presidência do Brasil ( e ) que o país melhorou muito.


A oligarquia da #genteindiferente escravizou e abusou dos brasileiros



 na Presidência do Brasil reduziu ao menor patamar o índice de desigualdades em 50 anos.

A #genteindiferente tem ódio de classe e repudia o povo. Não quer se misturar.

 transforma a realidade com o trabalho.

A #genteindiferente vive às custas do trabalho alheio.

A riqueza do país é da elite, diz a #genteindiferente.

A riqueza do país é de todos, diz a a.