sábado, 29 de outubro de 2011

Perspectivas do PIG são as piores possíveis



Perspectivas do PIG são as piores possíveis




Numa tentativa de reviver os "tempos áureos" de 1964-1985 para a famiglia piguiana, como o período da "ditabranda" (conforme descrição dos Frias), bem como a imensa bonança obtida nos governos FHC (1944-2002) para as oligarquias (com as generosas privatizações da Vale do Rio Doce, CSN, Embraer, Light, Telebras, Banespa etc.), os dispositivos midiáticos da burguesia reúnem-se neste fim-de-semana.

Cansados de lamentar as fracassadas tentativas empreendidas antes e depois das eleições de Lula (2003-2010) para impedir a existência e, depois, o andamento de governos trabalhistas, mas já dando como fato consumado a hipótese de que "2014 já era", o CEO do PIG desde 1939, Dr. Toicinho, reclamou imaginação à indústria de crises midiáticas.

Enumerou as inúmeras necessidades de garantir os interesses das elites retrógradas e conclamou à famiglia piguiana para que "não deixe de aumentar a construção de novas tentativas golpistas, senão a Dilma ganha de novo e a gente vai ter que esperar até quando?".

Sem meias-palavras, relacionou o declínio das vendagens (os encalhes!) dos jornais e revistas dos grupos piguianos à percepção dos brasileiros sobre quais interesses "nossas publicações defendem".

As discussões são ásperas e não há previsão de quando terminará o encontro extraordinário dos "democráticos meios de comunicação brasileiros", segundo descrição de autodenominação da nota de esclarecimento da famiglia.

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