quinta-feira, 16 de junho de 2011

Edgar Casto

Edgar Casto





Plagiar é seu esporte favorito.
Acredita-se esperto, que engana a todos.
Seus planos dissimulados são risíveis,
Mas ele acredita ter o rei na barriga.

Covarde, utiliza-se de interpostas pessoas para suas rusgas.
O lacaio faz o serviço sujo e recebe a gorjeta do rabugento.
O Casto Imagina ter ferido,
Quando produziu mais pena de sua figura medíocre.

Versátil, tem mil caras.
E nenhuma delas é digna.
A propósito, Casto é outra falsificação do triste impostor,
Que já se apresentou como Castelo, Correia e Cabrera.

Invejoso, tenta passar por terceiros,
Tidos como responsáveis pela infelicidade dele.
Complexos persecutórios inundam sua frágil mas venenosa mente.
A desdita é o sabor desfrutado pelo incapaz.

A vida tem suas lições.
Cruzar com tal personagem não passa de acidente.
Azar de quem é obrigado a conviver com o infortúnio
E respirar suas emanações pestilentas.


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