domingo, 1 de maio de 2011

Apostas da Pepsi: ou o bê-á-bá do cassino





Apostas da Pepsi: ou o bê-á-bá do cassino


Humilhar e superestimar. Para vender, vale-tudo



Um garoto dirige um “carro de corrida” numa máquina eletrônica em uma sala de jogos típica das áreas de entretenimento de grandes “shopping centers”.

Rubens Barrichelo, piloto de Fórmula 1, aparece e pergunta ao menino se poderia jogar junto. “Só se for por uma Pepsi”, retruca a criança. O corredor profissional saúda-a, dizendo ser boa a escolha realizada.

Não só o apelo às apostas é incentivado, como, também, a ideia implícita de compensação que se deve obter em atender ao pedido de alguém. O vicio decorrente do hábito contínuo da prática de determinados jogos, em especial os eletrônicos, associado ao jogo de apostas faz com que se antecipe vivências próprias do mundo adulto, mas fora de contexto. Ou seja, o entretenimento é jogado para escanteio, sendo realçado o retorno, quiçá econômico, que algum jogo possa vir a proporcionar quando se aposta.

Recordemos que o aparelho emocional das crianças deve ser preservado sempre das incursões sorrateiras e das propagandas subliminares, que inferiorizam valores humanos em favor dos financeiros.

Infrações:

Artigos 2º, 5º, 6º, 15, 19, 20, 22, 23, 24, 26, 34 e 37.




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