sábado, 15 de janeiro de 2011

Maitê Proença e a justiça que zomba da pobreza



A atriz Maitê Proença recebe R$ 13.000,00 de pensão

do Estado de São Paulo.

Quase 24 salários-mínimos, já pelo valor atualizado.



As leis são estranhas.

Deveriam proteger pessoas necessitadas.

E não criar benefícios indevidos a quem não precisa.

A Lei Complementar 180/78 assegura que filhos solteiros de servidores públicos do Estado de São Paulo recebam pensões permanentes após a morte dos pais.

A atriz Maitê Proença recebe R$ 13.000,00.

Quase 24 salários-mínimos, já pelo valor atualizado.

Em 2010, essa senhora posicionou-se politicamente de maneira bem reacionária.

Independentemente disso, ela recebe muito bem na Rede Globo, por exemplo, para pendurar-se numa excrescência legal, mas absurda. Mesmo porque ela manteve relação estável por 12 anos, portanto sua condição de solteira deixou de existir.

Convenhamos, há muito mais gente realmente credora do Estado de São Paulo: professores, estudantes, médicos, enfermeiras, população socialmente vulnerável etc.


http://colunistas.yahoo.net/posts/7772.html


http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=4737853


http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/maite-proenca-volta-a-ganhar-pensao-de-r-13-mil-20100714.html



2 comentários:

  1. Pimenta no rabo dos outros é refresco. Seja honesto: você abriria mão de 13.000,00 mensais que você recebesse por direito garantido em lei?
    Só os hipócritas dizem isso, mais por inveja e alienação do que senso de justiça verdadeiro.
    Se ela teve relação estável, por outro lado ela não se casou. Não cabe ao indivíduo provar para o Estado sua situação civil. É o Estado que, quando cria direitos e obrigações nas leis têm a obrigação de prever os meios para se aferir o direito ao benefício. O Estado não tem como verificar e provar uma união informal entre pessoas. Então que não crie benefícios cuja condição de legítimo beneficiário não possa ser confirmada. Ela, você ou eu, jamais casaríamos no civil para não perder o benefício. Não somos nós desonestos, mas o Estado incompetente.

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  2. Sr. Bala, relação estável, juridicamente, equivale a casamento. Se agentes estatais fazem vistas grossas à imoralidade, não é por isso que vamos aprová-la.

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