sábado, 9 de outubro de 2010

Campanha medieval do Aiatolá Serra




Aiatolá Serra entende de campanha medieval.

Trouxe para as eleições brasileiras o que é hábito do Partido Republicano dos EUA:

Intolerância religiosa, fundamentalismo e regressão.

Não satisfeito de transformar o pleito presidencial em avenida para ressuscitar a TFP e congêneres, Aiatolá Serra não mede esforços para buscar de volta os nauseabundos reacionários que a vida democrática havia removido para as catacumbas.

Com um moralismo de Torquemada, levanta o estandarte da extrema-direita com suas propostas generosas para os milionários ansiosos por privatizar as jóias da Coroa: Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal etc.

As perspectivas de o obscurantismo se propagar e tomar conta da vida brasileira deixam os correligionários nazifascistas do Aiatolá Serra esperançosos de fundar um regime teocrático, no qual as liberdades mais elementares seriam suprimidas e estaríamos obrigados a nos submeter ao ditatorial comando de fanáticos bicudos que não têm prazer com suas vidas e pretendem mergulhar a vida alheia no mesmo desgosto e amargura em que estão acostumados com a recusa do prazer, da alegria e da exaltação da vida.

Mas um obstáculo intransponível ergue-se aos projetos dos melancólicos partidários do Aiatolá Serra.

Os que têm gana e satisfação de viver irão dar um basta aos encaminhamentos nefastos do Aiatolá Serra. Não permitirão que seus corpos sejam recobertos com burcas e suas mentes sofram lavagem cerebral. Não se sujeitarão à simplificação maniqueísta que suprime a diversidade e impõe a mediocridade tosca e arrogante de uma elite que despreza os pobres e adoraria aniquilá-los.

Vamos barrar o cortejo fúnebre em que o Aiatolá Serra quer transformar o Brasil.

Esmalte, batom, decotes, tangas, livros, filmes etc. podem vir a ser objeto de controle dos teleguiados do Aiatolá Serra.

Nós queremos sorrir, amar, pensar e viver com liberdade.

Vamos eleger Dilma 13.




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