domingo, 6 de junho de 2010

João. Rock aberto


A elite só quer saber da existência do povo para engraxar seus sapatos. Quando o assunto é interferir na realidade, aí não: "O povo não sabe votar, é desqualificado."

Por isso, nós sempre precisamos e devemos nos manifestar. Para a elite, nós seremos sempre o "João, otário de plantão".

No segundo reinado de FHC a coisa continuava feia e piorou ainda mais.

Este humilde compositor produziu a seguinte canção para retratar os perigos que a realeza corria por imaginar que todos os brasileiros eram um bando de celerados.

Finalmente, o Brasil acordou do berço esplêndido, mas o Serra e sua majestade FHC (o Farol de Alexandria) continuam mais reacionários do que nunca.




João. Rock aberto.


Rock aberto à sua excelência.


Não quero saber de excrescência.


Socorro, Al Capone;


Socorro, Fernando Collor.


Seus recordes estão por um triz.


Os vigaristas atuais


vão superá-los por uns bis.


Agora são as Vales.


Dizem que não valem.


Que loucura!


Estão querendo transformar


As Vales do Rio Doce


No vale da amargura.


E quem vai pagar a diferença


É o João, otário de plantão. (BIS)


Vamos jogar no bicho,


Lá vale o escrito.


Quem pede para esquecer


o que escreveu


não merece confiança


nem da Madre Tereza de


Calcutá, Haiti


É aqui, João, otário de plantão. (BIS)


A(corda), João!


Estão lhe roubando


À luz do dia, da noite, da madrugada;


Até mesmo sem luz.


Eta pessoal trabalhador!


Mas não se preocupe,


quem manda são os iluministas.


Logo vem a tese


para lhe explicar


que assim você será,


finalmente, cidadão.


Viva o João!, otário de plantão. (BIS)


Mas o lamento


É pequeno, meu irmão.


A história vem de longe


Já rifaram o tataravô


de nosso tataraneto.


E as prestações


da reeleição


vão de geração em geração.


Paga o João, otário de plantão. (BIS)


A(corda), sociólogo,


Chegou a sua hora.


Já mandaram avisar


lá do futuro


que não pagam a fatura, não!


Lá não tem João, otário de plantão. (BIS)


Basta de reeleição!


Começa a trabalhar,


não dá moleza pra sorte;


Senão, até o João,


desperta do


berço esplêndido.


E aí, ó, ó!


Deixa de ser


João, o otário de plantão. (BIS)

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